Acho que vou fazer uma série-experimento do "Tão Fácil Quanto...". hahaha (pros novos de Vadio Amor, dêem um pulinho no Tão fácil quanto amarrar os sapatos)
Até o momento, duas novas situações parecidas aconteceram naturalmente. Talvez eu possa começar um experimento científico com isso pelo bem das minhas amigas e de todas as outras mulheres de baixa auto-estima que acompanham o Vadio Amor. Que tal? :)
Bem... este novo "causo" começou com um desafio não aceito. hahaha
Fui a uma festa com uma amiga (me poupem e não tentem especular datas e pessoas, ok? Em caso de memória curta leiam Ah, o moralismo...) que me desafiou a confirmar a teoria do "Tão fácil quanto amarrar os sapatos". Não sou de aceitar desafios (a não ser que eu tenha algum outro interesse oculto na coisa toda. hahaha) porque não tenho esse espírito de competição e dessa vez não foi diferente. Disse que estava com preguiça e deixei isso pra lá.
Mas a noite foi passando e um mocinho interessante apareceu. Dei aquela analisada mas nem liguei muito... Mais uma vez, estava mais concentrada em me divertir com minhas amigas.
Conversa vai, conversa vem, Smirnoff Ices são ingeridas e chegou o momento de ir ao banheiro.
Fiz o que tinha que fazer, saí e lavei minhas patinhas. Nessa hora vem a surpresa! Não tem mais papel pra secar as mãos. Olho pro lado e vejo "o mocinho" exatamente na mesma situação, com as mãos molhadas, sem saber o que fazer... Rimos e um secou as mãos nos ombros do outro. Rimos mais um pouco e voltamos pra festinha.
Na hora de ir embora "o mocinho" estava na rodinha onde uma amiga estava e enquanto uma parte do pessoal se despedia dela ele avançou. Fui falar um tchau inocente e ele já me agarrou e me beijou. Fácil assim.
Não sei dizer se depois do incidente no banheiro ele ficou de olho em mim. Não estava mesmo preocupada com isso e não reparei. Mas o fato de ele ter avançado no final da noite demosntra como foi fácil, mais uma vez, pegar um mocinho na balada.
Também mais uma vez, não importa como a história terminou. O que importa é que não precisa muito mais que um toque e um sorriso pra pegar meninos de baladas.
O próximo "Tão fácil quanto..." vai mostrar que não é só em balada que é fácil pegar mocinhos. No dia-a-dia também é possível. Só não custa lembrar que não estamos falando de mocinhos que valham muito mais do que uma balinha de troco, certo? hahaha
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Friday, October 12, 2012
Friday, June 15, 2012
Tão fácil quanto amarrar os sapatos
Tenho algumas amigas (claramente com baixa auto-estima) que acham difícil pegar homens.
Homens são a coisa mais fácil do mundo! Sério mesmo!
(antes que os extremistas se pronunciem... tô generalizando... não significa que TOOOOODOS os homens sejam assim, só quer dizer que a regra vale pra quase todos aqueles aleatórios que você só tá afim de pegar na balada)
Vou explicar com um estudo de caso. Não tem como ser mais clara que isso.
Caras funcionam de forma muito simples. Se estão numa balada pra pegar mulher, você só precisa entrar na frente do seu alvo. Se estão numa festa com os manos, estão preocupados em beber e socializar com os amigos e não estão te notando. Neste caso, você precisa dar um sinal e pronto. Não precisa CHEGAR no cara. É só dar um sinal. Vai dar aquele "start" no instinto mais básico dele e ele VAI chegar em você. Simples.
Então... o estudo de caso...
Tava eu, na festa de um amigo, preocupada em beber e socializar com os manos (sim, eu funciono que nem um cara... não é a toa que o povo diz que tenho hardware feminino e firmware masculino) quando, de repente, vejo um dos caras passeando pra lá e pra cá com um dos cadarços desamarrados. Neste momento, meu instinto feminino de proteger entrou em ação e, quando ele chegou perto de mim, ajoelhei e amarrei o cadarço pra ele.
Juro! Eu não tinha nenhuma intenção escusa! Não mesmo! Se eu estivesse mal intencionada teria tocado nele de outra forma (pegando no braço durante algum comentário, ajeitando o cabelo dele... alguma coisa mais direta). Mas foi mais do que suficiente pra virar aquela chavezinha no cérebro do menino e ele decidir que queria me pegar.
Engraçado analisar o que acontece depois desse "estalo" dos caras. Nesse caso, o cara fez uma piadinha e quando eu ri ele me abraçou. Pronto... é o sinal do macho pros outros machos do recinto de que ele já escolheu uma fêmea. Daí pra frente, ninguém mais se aproximava lascivamente de mim, mesmo que ele se afastasse por um momento e mesmo que as pessoas soubessem que eu nem conhecia o cara... Enfim... o cara me abraçou, pronto, eu era dele.
O que aconteceu depois nem importa... o que importa é que eu - já não mais tão jovem, não muito bonita e sem nada de especial, nem uma conversa - não tive a menor dificuldade em ser pega pelo cara - que era gato e tenho quase certeza que mais novo que eu - sem nem ter a intenção de pegar, imagina essa mulherada bonita que anda por aí nesses rolês da vida! Só não pegam porque não tão afim mesmo. Deixem de insegurança! Vai pra cima e vê no que dá. ;)
Homens são a coisa mais fácil do mundo! Sério mesmo!
(antes que os extremistas se pronunciem... tô generalizando... não significa que TOOOOODOS os homens sejam assim, só quer dizer que a regra vale pra quase todos aqueles aleatórios que você só tá afim de pegar na balada)
Vou explicar com um estudo de caso. Não tem como ser mais clara que isso.
Caras funcionam de forma muito simples. Se estão numa balada pra pegar mulher, você só precisa entrar na frente do seu alvo. Se estão numa festa com os manos, estão preocupados em beber e socializar com os amigos e não estão te notando. Neste caso, você precisa dar um sinal e pronto. Não precisa CHEGAR no cara. É só dar um sinal. Vai dar aquele "start" no instinto mais básico dele e ele VAI chegar em você. Simples.
Então... o estudo de caso...
Tava eu, na festa de um amigo, preocupada em beber e socializar com os manos (sim, eu funciono que nem um cara... não é a toa que o povo diz que tenho hardware feminino e firmware masculino) quando, de repente, vejo um dos caras passeando pra lá e pra cá com um dos cadarços desamarrados. Neste momento, meu instinto feminino de proteger entrou em ação e, quando ele chegou perto de mim, ajoelhei e amarrei o cadarço pra ele.
Juro! Eu não tinha nenhuma intenção escusa! Não mesmo! Se eu estivesse mal intencionada teria tocado nele de outra forma (pegando no braço durante algum comentário, ajeitando o cabelo dele... alguma coisa mais direta). Mas foi mais do que suficiente pra virar aquela chavezinha no cérebro do menino e ele decidir que queria me pegar.
Engraçado analisar o que acontece depois desse "estalo" dos caras. Nesse caso, o cara fez uma piadinha e quando eu ri ele me abraçou. Pronto... é o sinal do macho pros outros machos do recinto de que ele já escolheu uma fêmea. Daí pra frente, ninguém mais se aproximava lascivamente de mim, mesmo que ele se afastasse por um momento e mesmo que as pessoas soubessem que eu nem conhecia o cara... Enfim... o cara me abraçou, pronto, eu era dele.
O que aconteceu depois nem importa... o que importa é que eu - já não mais tão jovem, não muito bonita e sem nada de especial, nem uma conversa - não tive a menor dificuldade em ser pega pelo cara - que era gato e tenho quase certeza que mais novo que eu - sem nem ter a intenção de pegar, imagina essa mulherada bonita que anda por aí nesses rolês da vida! Só não pegam porque não tão afim mesmo. Deixem de insegurança! Vai pra cima e vê no que dá. ;)
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