Quem poderia imaginar que o Amor me faria começar a me livrar de um dos meus maiores preconceitos?
Cresci numa família preconceituosa, como a maioria das famílias paulistanas (estatística extremamente pouco válida, já que estou tirando por base as famílias que conheci apenas). Somos todos de Itaquera, Zona Leste de São Paulo, famosa por ser terra de gente pobre e, ainda assim, consigo me lembrar de inúmeros casos, contados por membros da minha família, com os quais fui aprendendo que negros eram bandidos, nordestinos eram vagabundos, que tatuagem era coisa de quem ia pra cadeia, que mulher que não pensava em se casar e ter filhos era vadia, que só morava ladrão na Cohab, que gays eram todos doentes e perigosos, e por aí vai...
Friday, October 9, 2015
Wednesday, August 26, 2015
Sinto sua falta
Sabe que penso em você quase todos os dias da minha vida? Sinto muito a sua falta. Sinto falta do seu cheiro, das suas curvas, do seu brilho… Sinto falta do tempo que passamos juntas e de como você me acolheu quando eu não tinha mais pra onde fugir, me escondeu, me escutou, percebeu meus medos e só ficou ali ao meu lado.
Sendo eu mesma
Até que um belo dia o amor romântico me pegou desprevenida e me fodeu, foi mesmo algo devastador que me fez voltar com toda fé para o lado racional e pedir desculpas no espelho por ter acreditado neste tipo de relação idealizada e que em muitas situações era algo manipulador e altamente desgastante. Claro que também aproveitei o momento no espelho para agradecer a fagulha de racionalidade que ainda existia dentro de mim e que me ajudou a acabar com aquele ciclo vicioso altamente nocivo.
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