Eu não tenho certeza se já escrevi sobre isso por aqui. Sei que está nas minhas anotações de temas para o Vadio Amor, então, devo ter pensado, mas não devo ter escrito, o que foi bom, já que mudei um pouco de opinião a respeito deste assunto... na verdade, é uma ressalva. Hahaha
Sempre fui da opinião de que, quando você gosta de alguém, tem que dizer. Mesmo que a pessoa seja comprometida ou pareça super feliz. A gente nunca sabe e então não deve morrer com a dúvida.
Mas ultimamente ando com uma relação super estranha com o Amor e cheguei à conclusão de que não quero saber sobre ninguém que esteja interessado(a) em mim. Não importa meus “status de relacionamento” no momento, não importa se estou sozinha, namorando, casada... não importa. Eu não quero saber e não quero ter que falar sobre esse assunto com ninguém.
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Friday, December 2, 2016
Friday, October 9, 2015
Sobre Preconceito
Quem poderia imaginar que o Amor me faria começar a me livrar de um dos meus maiores preconceitos?
Cresci numa família preconceituosa, como a maioria das famílias paulistanas (estatística extremamente pouco válida, já que estou tirando por base as famílias que conheci apenas). Somos todos de Itaquera, Zona Leste de São Paulo, famosa por ser terra de gente pobre e, ainda assim, consigo me lembrar de inúmeros casos, contados por membros da minha família, com os quais fui aprendendo que negros eram bandidos, nordestinos eram vagabundos, que tatuagem era coisa de quem ia pra cadeia, que mulher que não pensava em se casar e ter filhos era vadia, que só morava ladrão na Cohab, que gays eram todos doentes e perigosos, e por aí vai...
Cresci numa família preconceituosa, como a maioria das famílias paulistanas (estatística extremamente pouco válida, já que estou tirando por base as famílias que conheci apenas). Somos todos de Itaquera, Zona Leste de São Paulo, famosa por ser terra de gente pobre e, ainda assim, consigo me lembrar de inúmeros casos, contados por membros da minha família, com os quais fui aprendendo que negros eram bandidos, nordestinos eram vagabundos, que tatuagem era coisa de quem ia pra cadeia, que mulher que não pensava em se casar e ter filhos era vadia, que só morava ladrão na Cohab, que gays eram todos doentes e perigosos, e por aí vai...
Wednesday, March 5, 2014
Quaresma
Ano passado fiz uma quarentena e foi ótimo, mas minha memória afetiva é semelhante a do peixinho dourado e por isto comecei 2014 em um caminho completamente diferente do planejado. A última semana, começando a contar de quarta-feira passada, foi terrível, o destino tratou de me jogar na cara todas as coisas que eu prometi nunca mais fazer ou passar e eu sofri bastante.
Wednesday, January 8, 2014
Ah 2014...
Eu sei que 2014 começou semana passada e que eu deveria ter feito um post, mas o ano nasceu com tanta novidade que não deu tempo de sentar no computador para escrever, eu preferi viver mesmo, porque estava bom pra caramba.
Eu já comentei aqui várias que não gosto de fazer coisas sozinhas, mas que estava tentando superar esta limitação, até mesmo porque estou solteira, então a maior parte das coisas tenho que fazer sozinha ou com os amigos, então no final de 2013 resolvi radicalizar.
Eu já comentei aqui várias que não gosto de fazer coisas sozinhas, mas que estava tentando superar esta limitação, até mesmo porque estou solteira, então a maior parte das coisas tenho que fazer sozinha ou com os amigos, então no final de 2013 resolvi radicalizar.
Friday, October 4, 2013
Altos e baixos
Tem dias que acordo chateada, sem vontade nem de levantar da cama, achando que não presto pra nada nesse mundo…
Friday, September 27, 2013
Wednesday, August 21, 2013
Colecionando problemas...
Li estes dias uma matéria que informava que apesar de já existir o divórcio direto, os casais ainda optavam pela modo anterior (http://goo.gl/HvykEv), aí começamos a pensar no porque a pessoa tendo a chance de ter sua vida "livre" optaria por ficar presa mais tempo nesta situação estranha.
Chegamos a conclusão que o ser humano gosta de colecionar problemas, porque senão não tem com o que sonhar, com o que melhorar, principalmente nas relações amorosas.
Chegamos a conclusão que o ser humano gosta de colecionar problemas, porque senão não tem com o que sonhar, com o que melhorar, principalmente nas relações amorosas.
Friday, July 19, 2013
As pessoas não têm mais tempo para um minuto de silêncio
Essa semana faleceu um jornalista muito importante do mundo automotivo, Marcos Zamponi e uma homenagem foi feita para ele no Auto Show Collection, evento de carros clássicos e tunados que rola toda terça-feira no Anhembi que onde eu trabalho. O Sr. Pagotto, que estava apresentando os carros do desfile disse algumas palavras sobre o amigo e pediu um minuto de silêncio, como é de costume em situações como esta.
No dia seguinte estava eu, no meu banho, lavando o cabelo (banhos longos rendem bons posts por aqui. Hahaha) e pensando neste assunto, quando me peguei meio chateada por não termos mais um minuto de silêncio durante um minuto de verdade.
Friday, June 21, 2013
Épocas de Vacas Magras
Ah... a vida na Esbórnia...
Ela é uma delícia, mas quando entra nos períodos de marasmo a coisa fica feia.
Ela é uma delícia, mas quando entra nos períodos de marasmo a coisa fica feia.
Friday, May 24, 2013
Porque sem aventura a vida não tem graça
Certo dia estava eu, no ônibus, indo ou vindo... sei lá... quando entra um loirinho com lindos olhos claros, senta no banco ao lado do meu (só que do outro lado do corredor) e meio que me olha.
Meu ego foi pras estrelas! Em geral, sou uma pessoa que não chama a atenção quando entra no recinto mas..... naquele ônibus cheio de gente feia, parece que me dei bem! :)
Meu ego foi pras estrelas! Em geral, sou uma pessoa que não chama a atenção quando entra no recinto mas..... naquele ônibus cheio de gente feia, parece que me dei bem! :)
Friday, April 5, 2013
Renovando as esperanças
Calma! Não arrumei um namorado. hahaha. O Projeto continua suspenso por tempo indeterminado...
Mas essa semana está diferente pra mim.
Nos últimos tempos (últimos meses) andava me sentindo um pouco pesada. Talvez pelas roupas escuras, talvez pelos problemas que não se resolviam, talvez pelo amor não correspondido, ou pelas músicas depressivas na minha playlist....
Mas nesta semana estou mais leve... Voltei a ouvir músicas que gosto, meu carro está pronto e pegarei ele no sábado, meu notebook já está na manutenção e eu já sei que não perdi todos os meus dados e as roupas... bem... continuo usando as que estão limpas e que vejo primeiro na gaveta. hahaha
Mas essa semana está diferente pra mim.
Nos últimos tempos (últimos meses) andava me sentindo um pouco pesada. Talvez pelas roupas escuras, talvez pelos problemas que não se resolviam, talvez pelo amor não correspondido, ou pelas músicas depressivas na minha playlist....
Mas nesta semana estou mais leve... Voltei a ouvir músicas que gosto, meu carro está pronto e pegarei ele no sábado, meu notebook já está na manutenção e eu já sei que não perdi todos os meus dados e as roupas... bem... continuo usando as que estão limpas e que vejo primeiro na gaveta. hahaha
Friday, March 1, 2013
Mas às vezes........
Ah... os cafajestes... :)
Já que estamos nessa fase de falar destes seres encantadores, me lembrei de um que passou pela minha vidinha e que foi muito especial.
Mas não foi especial porque arrasou meu coraçãozinho como os outros fizeram. Foi especial porque levou uma invertida minha que foi homérica. :)
Sou uma pessoa extremamente paciente e tolerante e tenho minhas características submissas que todo mundo que me conhece bem sabe. Por isso sofri um tiquinho nas mãos de um ou outro cafajeste.
Mas esse caso foi interessante demais e acho que meu subconsciente trouxe à tona por algum motivo muito importante.
Não gosto de situar cronologicamente os meus posts (já disse isso), mas neste a época é um pouco importante, principalmente pra ressaltar que não é necessário ter muita experiência de vida pra se tocar que estão te fazendo de idiota.
Eu era novinha na época que saí com esse mocinho. Devia ter meus 15 ou 16 anos. Ele era lindíssimo! Apareceu na cidade causando alvoroço entre as menininhas e, sabe deus por que, achou de sair comigo.
Cafajeste clássico, era lindo, sabia disso e sabia usar a beleza, então, é claro que caí em seus encantos.
A coisa foi rolando... a gente se via nos finais de semana e estava tudo lindo! Até que ele começou a sumir. Ele morava na mesma cidade que eu, mas não era perto. A gente se falava pelo telefone (numa época onde ainda não tínhamos celulares) e ele começou a dar desculpas pra não ir me ver num fim de semana ou outro.
Minha paciência é quase inesgotável... quase. O problema é que quando ela acaba minhas decisões são drásticas.
Foi numa dessas que o moço me deu nos nervos e eu dispensei ele pelo telefone mesmo, com meus pais na sala ouvindo tudo e no mais perfeito estilo Thais de delicadeza, ou da falta dela nesse tipo de situação. Hahaha
Lembro bem do sorriso orgulhoso que meu pai tentava segurar no momento em que desliguei o telefone e da carinha da minha mãe de "Meu deus! Coitado do menino!". Hahaha
Depois disso, quem diz que esse menino me deixava em paz? Queria me convencer, a qualquer custo, de que ele não estava fazendo nada de errado, que não veio me ver porque tava mesmo com problemas, que era doido por mim, que isso, que aquilo e talz e talz! Eu sabia que era enrolação. Sempre tive bons amigos e nada me escapava. Eu sabia o que ele andava fazendo. Hahaha. E nem me incomodava. No final das contas, minha "patadinha" pelo telefone me rendeu diversão de altíssima qualidade vendo esse garoto correr atrás de mim durante meses! :)
Uma amiga minha daquela época chegou a dizer que eu é que tinha virado a cafajeste. Hahaha. Não acho que seja verdade, afinal de contas minha única atitude foi não voltar com ele e assumir uma postura "um pouco" sarcástica. Fui cafajeste com outros, não nego... mas com ele não. :)
Lembrar dessa história me faz rir muito! :) É bom saber que a gente não se deu mal TODAS as vezes. Hahaha
Já que estamos nessa fase de falar destes seres encantadores, me lembrei de um que passou pela minha vidinha e que foi muito especial.
Mas não foi especial porque arrasou meu coraçãozinho como os outros fizeram. Foi especial porque levou uma invertida minha que foi homérica. :)
Sou uma pessoa extremamente paciente e tolerante e tenho minhas características submissas que todo mundo que me conhece bem sabe. Por isso sofri um tiquinho nas mãos de um ou outro cafajeste.
Mas esse caso foi interessante demais e acho que meu subconsciente trouxe à tona por algum motivo muito importante.
Não gosto de situar cronologicamente os meus posts (já disse isso), mas neste a época é um pouco importante, principalmente pra ressaltar que não é necessário ter muita experiência de vida pra se tocar que estão te fazendo de idiota.
Eu era novinha na época que saí com esse mocinho. Devia ter meus 15 ou 16 anos. Ele era lindíssimo! Apareceu na cidade causando alvoroço entre as menininhas e, sabe deus por que, achou de sair comigo.
Cafajeste clássico, era lindo, sabia disso e sabia usar a beleza, então, é claro que caí em seus encantos.
A coisa foi rolando... a gente se via nos finais de semana e estava tudo lindo! Até que ele começou a sumir. Ele morava na mesma cidade que eu, mas não era perto. A gente se falava pelo telefone (numa época onde ainda não tínhamos celulares) e ele começou a dar desculpas pra não ir me ver num fim de semana ou outro.
Minha paciência é quase inesgotável... quase. O problema é que quando ela acaba minhas decisões são drásticas.
Foi numa dessas que o moço me deu nos nervos e eu dispensei ele pelo telefone mesmo, com meus pais na sala ouvindo tudo e no mais perfeito estilo Thais de delicadeza, ou da falta dela nesse tipo de situação. Hahaha
Lembro bem do sorriso orgulhoso que meu pai tentava segurar no momento em que desliguei o telefone e da carinha da minha mãe de "Meu deus! Coitado do menino!". Hahaha
Depois disso, quem diz que esse menino me deixava em paz? Queria me convencer, a qualquer custo, de que ele não estava fazendo nada de errado, que não veio me ver porque tava mesmo com problemas, que era doido por mim, que isso, que aquilo e talz e talz! Eu sabia que era enrolação. Sempre tive bons amigos e nada me escapava. Eu sabia o que ele andava fazendo. Hahaha. E nem me incomodava. No final das contas, minha "patadinha" pelo telefone me rendeu diversão de altíssima qualidade vendo esse garoto correr atrás de mim durante meses! :)
Uma amiga minha daquela época chegou a dizer que eu é que tinha virado a cafajeste. Hahaha. Não acho que seja verdade, afinal de contas minha única atitude foi não voltar com ele e assumir uma postura "um pouco" sarcástica. Fui cafajeste com outros, não nego... mas com ele não. :)
Lembrar dessa história me faz rir muito! :) É bom saber que a gente não se deu mal TODAS as vezes. Hahaha
Wednesday, November 7, 2012
A individuação
Faz muito tempo que as pessoas discutem como os casais não fazem nada sozinhos, como ficam parecidos até fisicamente com o passar dos tempos, como se tornam praticamente siameses.Já conheci casais de todos os tipos, dos que não se largavam nem na hora de fazer cocô até os que viajavam separados. Aí hoje li um texto sobre manter a individualidade enquanto se está apaixonada(o), o nome era Equilibrando a razão e a emoção, achei o texto fraquinho, cheio de mesmices que sempre vemos por aí e NUNCA fazemos. É só se apaixonar e viramos um só, um a continuação do outro.
Lutar para não entrar nesta falsa simbiose é praticamente assumir que não sabemos amar, que somos egoístas, que não pensamos na relação e no comprometimento. Vi essa frase enquanto estava perdida pelas pesquisas do Google: "Duas pessoas decidem ficar juntas porque acreditam que viver com o outro é melhor do que viver sozinho."
Será isso mesmo? Confere?
Para pensar sobre o assunto:
A individualidade, segundo o Aulete, consiste em: originalidade; singularidade, qualidade, caráter ou atributo do que é individual, do que é próprio ou inerente a um indivíduo
A individuação, conforme descrita por Jung, é um processo através do qual o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implica uma ampliação da consciência.
Wednesday, October 10, 2012
Experiências de amor próprio...
"Um homem que ama a si mesmo respeita a si mesmo e um homem que ama e respeita a si próprio respeita os outros também, porque ele sabe, ‘Assim como eu sou, os outros também são. Assim como gosto do amor, respeito, dignidade, os outros também gostam’.", palavras de Osho (www.osho.com).
Para quem não sabe ontem foi meu aniversário, tenho mais ilusões com a virada do ano do que com os aniversários, porém fazer aniversário é também iniciar um novo ano (astral ou biológico) e posso afirmar que este é um dos aniversários mais incomuns que eu já passei. Apesar de todos os convites, oferecimentos e incentivos dos amigos, resolvi passar o dia sem comemoração e praticamente sozinha, uma busca pela minha companhia.
Falo aqui semanalmente sobre o amor e na vida pessoal é um assunto diário, são várias análises e teses sobre o motivo que levou fulano a fazer isso, o porque do outro ficar cozinhando em banho-maria e blábláblá. A gente sempre querendo entender a cabeça do outro e não a nossa, na verdade temos que pensar no porque a gente ocupa este lugar, o motivo pelo qual deixamos que a coisa chegue neste ponto.
O nosso amor próprio pode ser um vadio também, pode ser uma mulher de malandro, daquelas que adoram sofrer e se desvalorizar o máximo possível.
Confesso que sempre achei essa coisa de amor próprio meio babaca, sempre acreditei que o amor é algo conjunto, que é "impossível ser feliz sozinho", mas aos trancos e barrancos duas pessoas estão me ensinando que ou eu aprendo logo este bendito de amor próprio de forma radical ou sempre terei estas mesmas reclamações e divagações sobre ter me doado demais, ter saído no prejuízo e outros mimimis. Não é fácil, me pego várias vezes fazendo algo e depois esperando algo em troca, mas aí esfrio a cabeça e penso que fiz porque queria, ao fazer já estava ganhando alguma coisa ou então nem teria mexido um músculo.
No novo ano astral quero tirar essa fama de vadio que meu amor próprio tem, ele tem que se valorizar..rs. Estou com dois mestres ótimos para isso, um que me ensina na teoria e o outro que me ensina na prática, sem dó nem piedade.
Wednesday, September 19, 2012
Predispostos a amar
Não sei vocês, mas eu acho possível perceber quando estamos predispostos a nos apaixonar e posteriormente amar alguém, pode parecer algo irracional, incontrolável e natural, mas não é tanto assim, porque existem os indícios: você começa a pensar mais na pessoa, arranja motivos para manter contato, "encontra" coisas na rua que te lembram do outro e muitas outras coisas.
"O amor precisa da sorte
De um trato certo com o tempo
Pra que o momento do encontro seja pra dois
O exato momento". Exato Momento, Zé Ricardo.
Acho que isso não é completamente irracional e incontrolável quando lembro das pessoas que não se envolvem (os famosos galinhas), em determinado momento da relação com outra pessoa a situação começa a caminhar para uma paixão ou futuro amor e é nesta hora que o "galinha" pula fora e acaba se forçando a ver que todo este encanto pode também ser encontrado em outra pessoa e assim desencanta daquele caso atual antes que ele vire amor.
A diferença está aí, estar disposto ou não a amar, deixar-se envolver pelas sensações gostosas que vivenciamos quando iniciamos um relacionamento com alguém de tal modo que isso vire natural e diariamente fazemos e falamos coisas em busca destas sensações, o que praticamente pode ser considerado uma (boa)rotina.
Quando esse ciclo de falar e fazer coisas para despertar boas sensações é quebrado, deixando de ser rotina, é o momento que não estamos mais dispostos a amar, neste caso sempre acredito que inicialmente esta reação é inconsciente, apenas depois que o amor "acaba" (na verdade apenas morre de fome, por não ser mais alimentado) é que passamos a racionalizar e tentar descobrir quando foi que deixamos de fazer a manutenção daquela relação.
A grande maioria esta predisposto a amar, poucos estão dispostos a continuar, afinal a rapadura é doce, mas não é mole não.
(pre.dis.por)
Dispor(-se) com antecipação; tornar(-se) propício
Dispor(-se) com antecipação; tornar(-se) propício
(dis.pos.to)
Que tem coragem, energia, disposição para enfrentar dificuldades, tarefas etc.; ARROJADO; VALENTE
Que tem coragem, energia, disposição para enfrentar dificuldades, tarefas etc.; ARROJADO; VALENTE
Wednesday, September 5, 2012
Esquentando a marmita em banho maria
Li tempos atrás um texto sobre o modo de amar da geração XYZ e que também estava se alastrando até para a geração baby boomer, era algo ligado com o avanço tecnológico e a fluidez do tempo, resumindo: as pessoas estavam mais "instáveis" nas relações, pois ficavam com medo de se comprometer e deixar passar outras oportunidades melhores.
Qual o motivo de estar escrevendo toda essa explicação? É que tenho percebido que as pessoas tem enrolado as outras, deixando-as como estepe. Não se dá mais um fora ou uma negativa definitiva, cada vez mais inventam desculpas para não sair ou não engatar um compromisso sério, mas coisas suaves para não deixar a outra pessoa com raiva ou decepcionada. Tem casos onde o ser some durante dias ou semanas e quando o outro já está quase se "curando" do encantamento... POW, o ser ressurge para fazer a manutenção e deixar o outro lá na espera, renovando as expectativas de felicidade e mantendo a marmita pronta para ser usada caso a espera no restaurante esteja grande demais.
O pior disto tudo é que não atinge só as pessoas que nasceram depois dos anos 90, está se alastrando para todas as idades, um monte de espertinhos(as) que se aproveitam do amor alheio e ficam enrolando as(os) candidatas(os) com baixa pontuação na classificação por tempo indeterminado, esperando a(o) candidata(o) da primeira posição aceitar ou não o compromisso.
Ok, a vida é dos espertos, das pessoas comprometidas que mantém casos extra conjugais porque não querem perder nenhuma vantagem, dos solteiros que ficam mantendo os candidatos em banho-maria enquanto não conseguem quem realmente querem e dos "inocentes" que estão sempre do outro lado da situação.
Se você é uma pessoa que coleciona marmitex, por favor, para com isso. Liberte esta comida para quem precisa e vai fazer melhor proveito dela.
Afinal, se você não quer alguém agora, o que te fará querer esta pessoa depois? Só por falta de opção não vale, tem que ser porque o vadio amor falou mais alto.
Confissões: eu já esquentei marmita em banho-maria e me envergonho disto, pois nunca fiquei com a pessoa, só gastei o tempo que ela podia estar dedicando a outra.
Friday, August 24, 2012
Ah, o moralismo...
Eu tinha certeza que a hora deste post ia chegar! Só não achei que o motivo seria tão triste.
Que eu me lembre, até agora, escrevi pouquíssimos posts que possam ser situados no tempo e em nenhum, absolutamente nenhum, cito nomes. Faço isso porque escrevo sobre MIM e sobre o que eu sinto, coisas onde o "quando" e o "com quem" simplesmente não importam. Em alguns casos, não digo nem o desenrolar da história, porque já seria tricotagem e não mais o foco do post e eu, definitivamente, não quero criar aqui uma cópia do blog da Bruna Surfistinha.
Pra quem está lendo meus posts e contabilizando com quantas pessoas eu fiquei, uma triste informação: vários posts falam das mesmas pessoas em situações diferentes e, a não ser que você seja eu, não saberá distinguir pessoas e épocas. Sinto muito.
Além disso, tenho 32 anos de idade e meu primeiro namorico aconteceu quando eu tinha 14! De lá prá cá muita coisa aconteceu e muitas pessoas passaram pela minha vida. Não comecei a sair com pessoas tipo na semana passada. Quando escrevo um post, pode ser sobre alguém da semana passada ou sobre alguém de 10 anos atrás.
Mas aí... isso nem importa! Sabe por quê? Porque eu estou tentando falar da idéia, não das pessoas.
Mas acho que o que me deixou mais chateada com a coisa toda nem foi o fato da pessoa não estar prestando atenção no que eu quero dizer nos posts. Acho que o que me deixou mais chateada foi a pessoa achar que pode moralizar o jeito que eu escolhi pra viver. Não não! O jeito que ela ACHA que eu escolhi pra viver, porque sério, NÃO dá pra saber com quem ou quens eu estou saindo ou deixando de sair lendo o Vadio Amor.
De qualquer forma, eu vou transformar isso, novamente, em idéia, porque é o que o Vadio Amor "is all about".
Aqui não é lugar pra moralistas mesmo. Se esperar o casamento pra perder a virgindade é o que te deixa feliz, go for it! Se viver tendo 15 parceiros simultâneos é o que te deixa feliz, go for it! Se comer/dar pra árvores e sofás é o que te deixa feliz, GO FOR IT! Eu odeio dar conselhos, mas acho que esse é do tipo que super vale a pena. Mande para as cucuias esse povo todo que diz o que você deve ser e como deve viver e faça as coisas do seu jeito. Muito tempo já passou pra gente continuar se vetando ou vetando os outros por fazerem coisas que sério, TODO MUNDO queria fazer e não tem coragem.
Pronto! Desabafei! Agora to pronta pra escrever os próximos posts normalmente. :D
Que eu me lembre, até agora, escrevi pouquíssimos posts que possam ser situados no tempo e em nenhum, absolutamente nenhum, cito nomes. Faço isso porque escrevo sobre MIM e sobre o que eu sinto, coisas onde o "quando" e o "com quem" simplesmente não importam. Em alguns casos, não digo nem o desenrolar da história, porque já seria tricotagem e não mais o foco do post e eu, definitivamente, não quero criar aqui uma cópia do blog da Bruna Surfistinha.
Pra quem está lendo meus posts e contabilizando com quantas pessoas eu fiquei, uma triste informação: vários posts falam das mesmas pessoas em situações diferentes e, a não ser que você seja eu, não saberá distinguir pessoas e épocas. Sinto muito.
Além disso, tenho 32 anos de idade e meu primeiro namorico aconteceu quando eu tinha 14! De lá prá cá muita coisa aconteceu e muitas pessoas passaram pela minha vida. Não comecei a sair com pessoas tipo na semana passada. Quando escrevo um post, pode ser sobre alguém da semana passada ou sobre alguém de 10 anos atrás.
Mas aí... isso nem importa! Sabe por quê? Porque eu estou tentando falar da idéia, não das pessoas.
Mas acho que o que me deixou mais chateada com a coisa toda nem foi o fato da pessoa não estar prestando atenção no que eu quero dizer nos posts. Acho que o que me deixou mais chateada foi a pessoa achar que pode moralizar o jeito que eu escolhi pra viver. Não não! O jeito que ela ACHA que eu escolhi pra viver, porque sério, NÃO dá pra saber com quem ou quens eu estou saindo ou deixando de sair lendo o Vadio Amor.
De qualquer forma, eu vou transformar isso, novamente, em idéia, porque é o que o Vadio Amor "is all about".
Aqui não é lugar pra moralistas mesmo. Se esperar o casamento pra perder a virgindade é o que te deixa feliz, go for it! Se viver tendo 15 parceiros simultâneos é o que te deixa feliz, go for it! Se comer/dar pra árvores e sofás é o que te deixa feliz, GO FOR IT! Eu odeio dar conselhos, mas acho que esse é do tipo que super vale a pena. Mande para as cucuias esse povo todo que diz o que você deve ser e como deve viver e faça as coisas do seu jeito. Muito tempo já passou pra gente continuar se vetando ou vetando os outros por fazerem coisas que sério, TODO MUNDO queria fazer e não tem coragem.
Seja responsável no seu emprego porque isso é o que vai garantir que você possa viver o resto da sua vida do jeito que você bem entender sem que ninguém meta o bedelho. E o dia que alguém vier te dizer alguma coisa, jogue na cara com todo o orgulho do mundo que você já gozou 15 vezes numa noite só e vá tomar uma cerveja. ;)Pronto! Desabafei! Agora to pronta pra escrever os próximos posts normalmente. :D
Friday, August 17, 2012
O cavalheirismo não morreu
E não é que ainda tem um ou outro cara sensível por aí? :) Super achei um!
Há algum tempo voltei pra casa putíssima da minha vida porque tinha saído com um amigo com quem já havia acordado que sairíamos só pra aproveitar a noite paulistana e nada mais. E tudo correu super bem quase a noite toda. Fomos pra um bar, bebemos e conversamos com um casal de amigos dele e quando fomos embora ainda era cedo e decidimos ir pra outra baladinha que uma amiga minha tinha convidado.
Continuou tudo bem… bebemos mais, dançamos, conversamos…. Aí pedi pra ele me levar embora e o drama começou. Da minha parte, todo mundo estava entendido, mas ele perguntou se era pra me levar pra minha casa ou pra casa dele. Achei chato ter que me repetir mas homens são assim mesmo, né? Sei lá… Respondi que queria ir pra minha casa e saímos da balada.
Em determinado ponto do caminho (tipo virar pra direita ia pra minha casa e virar pra esquerda ia pra casa dele) ele olha pra mim com uma risadinha na cara e vai pra esquerda.
Fiquei tão… mas tão decepcionada que não tinha nem pique pra dar piti. Só soltei um: "Meu! Eu falei que quero ir pra minha casa…" num tom que externava toda a minha decepção com a situação. E ainda tive que me admirar ainda mais quando o moço ficou todo bravinho porque eu me recusei a ir pra casa dele. Véi, na boa…
Depois disso passei a ficar 500 vezes mais arisca do que já sou com os caras com quem eu saio. Na minha cabeça tenho que estar sempre preparada pra voltar pra minha casa sozinha no caso de algum imprevisto. Saber onde está o metro, o trem, o ponto de ônibus, ter o telefone de um taxi e dinheiro pra ele… tudo isso.
Aí…………….. aparece na minha vidinha um ser que chega pra me pegar em casa e abre a porta do carro pra mim, passa a noite toda super respeitando meu espaço, mãozinhas dadas pra andar na rua, preocupado se meus pés não estavam doendo (porque eu estava de salto) e me levando direto pra MINHA casa quando eu pedi. :)
Detalhe que não pode ser esquecido de forma alguma: o jeito que ele me perguntou se eu aceitaria ir pra casa dele e como reagiu com minha resposta. Achei o máximo ele perguntar "O que você acha se eu te convidar pra ir em casa hoje?". Foi o jeito mais delicado e doce que alguém já me convidou pra ir pra casa dele na vida! E foi mais lord ainda ao aceitar super bem quando eu disse que preferia ir pra casa naquele dia.
Cheio de gentilezas a noite toda e nos dias subseqüentes acabou que pode ser que talvez exista uma chance de quem sabe ele estar me conquistando… (ounnnnnn) :)
Quero só ver onde isso vai dar… eu, com o meu triste histórico de me apaixonar perdidamente pelas tranqueiras da vida…. Será que esse coraçãozinho bandido está aprendendo alguma coisa? ;)
Há algum tempo voltei pra casa putíssima da minha vida porque tinha saído com um amigo com quem já havia acordado que sairíamos só pra aproveitar a noite paulistana e nada mais. E tudo correu super bem quase a noite toda. Fomos pra um bar, bebemos e conversamos com um casal de amigos dele e quando fomos embora ainda era cedo e decidimos ir pra outra baladinha que uma amiga minha tinha convidado.
Continuou tudo bem… bebemos mais, dançamos, conversamos…. Aí pedi pra ele me levar embora e o drama começou. Da minha parte, todo mundo estava entendido, mas ele perguntou se era pra me levar pra minha casa ou pra casa dele. Achei chato ter que me repetir mas homens são assim mesmo, né? Sei lá… Respondi que queria ir pra minha casa e saímos da balada.
Em determinado ponto do caminho (tipo virar pra direita ia pra minha casa e virar pra esquerda ia pra casa dele) ele olha pra mim com uma risadinha na cara e vai pra esquerda.
Fiquei tão… mas tão decepcionada que não tinha nem pique pra dar piti. Só soltei um: "Meu! Eu falei que quero ir pra minha casa…" num tom que externava toda a minha decepção com a situação. E ainda tive que me admirar ainda mais quando o moço ficou todo bravinho porque eu me recusei a ir pra casa dele. Véi, na boa…
Depois disso passei a ficar 500 vezes mais arisca do que já sou com os caras com quem eu saio. Na minha cabeça tenho que estar sempre preparada pra voltar pra minha casa sozinha no caso de algum imprevisto. Saber onde está o metro, o trem, o ponto de ônibus, ter o telefone de um taxi e dinheiro pra ele… tudo isso.
Aí…………….. aparece na minha vidinha um ser que chega pra me pegar em casa e abre a porta do carro pra mim, passa a noite toda super respeitando meu espaço, mãozinhas dadas pra andar na rua, preocupado se meus pés não estavam doendo (porque eu estava de salto) e me levando direto pra MINHA casa quando eu pedi. :)
Detalhe que não pode ser esquecido de forma alguma: o jeito que ele me perguntou se eu aceitaria ir pra casa dele e como reagiu com minha resposta. Achei o máximo ele perguntar "O que você acha se eu te convidar pra ir em casa hoje?". Foi o jeito mais delicado e doce que alguém já me convidou pra ir pra casa dele na vida! E foi mais lord ainda ao aceitar super bem quando eu disse que preferia ir pra casa naquele dia.
Cheio de gentilezas a noite toda e nos dias subseqüentes acabou que pode ser que talvez exista uma chance de quem sabe ele estar me conquistando… (ounnnnnn) :)
Quero só ver onde isso vai dar… eu, com o meu triste histórico de me apaixonar perdidamente pelas tranqueiras da vida…. Será que esse coraçãozinho bandido está aprendendo alguma coisa? ;)
Friday, August 10, 2012
Casos complicados
Imagino que não seja fácil ter um caso. Só de pensar no assunto já surgem várias questões emocionalmente complicadas na minha cabeça, tipo "Será que as pessoas que têm um caso se amam ou é só tesão?" "E se uma só tá apaixonada e a outra não?" "E se as duas estão apaixonadas mas não têm coragem de largar seus respectivos?" e por aí vai.........
Eu sempre acho que ninguém tem que dar pitaco no relacionamento de ninguém porque só sabe como é quem está no relacionamento. Mas nenhum assunto é mais tratado em mesas de bar do que....... relacionamentos. Então a gente sempre sabe da vida um do outro (em partes, mas sempre sabe) e, como o álcool transforma todo mundo em psicólogo, a gente acaba dando pitacos mesmo sabendo que não devia. :)
Graças à cerveja já fiquei sabendo de vários casos de amigos. Casos que começaram no trabalho, na academia, no museu, no bar................. em todo lugar.
É sempre interessante acompanhar essas histórias porque elas são sempre muito parecidas, com pouquíssimas variações. Mas, pensando em todas as histórias que conheço, o desenrolar da coisa toda acaba em 50% de casos que acabam com os casamentos e resultam em novos casais e 50% que acabam em..... nada.
Na verdade essa análise me veio à cabeça porque um amigo veio me perguntar o que eu achava que ele devia fazer porque tá afim de uma mulher que já está tomada. (é... não importa que eu diga que não sei nada de amor, as pessoas me pedem conselhos do mesmo jeito. hahaha.. pelo menos rende posts novos.)
Acabou que eu disse pra ele que não fazia a mais puta idéia do que ele devia fazer, mas...... sou sempre a favor do "se joga". Acho que a vida é curta demais pra gente ficar pensando no que é certo ou errado, no que as pessoas vão pensar, no que eu vou ter que falar pra deus depois ou seja lá o que for.
O máximo que pode acontecer é a garota dizer que ele entendeu tudo errado e que ela gosta mesmo é do dono dela. Mas sempre existe a chance de ela topar uma aventura e eles verem no que vai dar. E ainda.... sempre existe a possibilidade da aventura dar certo e ela resolver trocar de dono.
A gente nunca sabe.
O problema de relacionamentos que começam em casos é a confiança. Não importa o que aconteça, os envolvidos sempre terão na cabeça aquela coisa de "ah.... ela deixou o cara pra ficar comigo, então também pode me deixar pra ficar com outro cara." e, meu, é assim mesmo!
Essa sensação é tipo ciúmes. Não tem o menor sentido ficar com essa encafifação na cabeça porque não tem nada que a gente possa fazer a respeito, mas a gente fica com ela assim mesmo. Aí, já que não tem o que fazer, o jeito é treinar o mantra "Tranquilas Águas Azuis" e deixar isso pra lá, aproveitar o relacionamento e tocar a vida.
Sigo firme na idéia de não querer dar conselho pra ninguém, mas aí... na boa... tá apaixonado, vai atrás da paixão! Já me arrependi por não ter feito isso algumas vezes na minha vida. Não pretendo errar novamente, pelo menos não nesse ponto. E, como sou a favor de todo mundo ser feliz, acho que esse conselho vale a pena. Vai com tudo! Aproveitem a vida porque ela é curtinha... Quando a gente percebe ela já era. O importante é pensarmos no que já passou e acabarmos com um sorriso no rosto. ;)
Eu sempre acho que ninguém tem que dar pitaco no relacionamento de ninguém porque só sabe como é quem está no relacionamento. Mas nenhum assunto é mais tratado em mesas de bar do que....... relacionamentos. Então a gente sempre sabe da vida um do outro (em partes, mas sempre sabe) e, como o álcool transforma todo mundo em psicólogo, a gente acaba dando pitacos mesmo sabendo que não devia. :)
Graças à cerveja já fiquei sabendo de vários casos de amigos. Casos que começaram no trabalho, na academia, no museu, no bar................. em todo lugar.
É sempre interessante acompanhar essas histórias porque elas são sempre muito parecidas, com pouquíssimas variações. Mas, pensando em todas as histórias que conheço, o desenrolar da coisa toda acaba em 50% de casos que acabam com os casamentos e resultam em novos casais e 50% que acabam em..... nada.
Na verdade essa análise me veio à cabeça porque um amigo veio me perguntar o que eu achava que ele devia fazer porque tá afim de uma mulher que já está tomada. (é... não importa que eu diga que não sei nada de amor, as pessoas me pedem conselhos do mesmo jeito. hahaha.. pelo menos rende posts novos.)
Acabou que eu disse pra ele que não fazia a mais puta idéia do que ele devia fazer, mas...... sou sempre a favor do "se joga". Acho que a vida é curta demais pra gente ficar pensando no que é certo ou errado, no que as pessoas vão pensar, no que eu vou ter que falar pra deus depois ou seja lá o que for.
O máximo que pode acontecer é a garota dizer que ele entendeu tudo errado e que ela gosta mesmo é do dono dela. Mas sempre existe a chance de ela topar uma aventura e eles verem no que vai dar. E ainda.... sempre existe a possibilidade da aventura dar certo e ela resolver trocar de dono.
A gente nunca sabe.
O problema de relacionamentos que começam em casos é a confiança. Não importa o que aconteça, os envolvidos sempre terão na cabeça aquela coisa de "ah.... ela deixou o cara pra ficar comigo, então também pode me deixar pra ficar com outro cara." e, meu, é assim mesmo!
Essa sensação é tipo ciúmes. Não tem o menor sentido ficar com essa encafifação na cabeça porque não tem nada que a gente possa fazer a respeito, mas a gente fica com ela assim mesmo. Aí, já que não tem o que fazer, o jeito é treinar o mantra "Tranquilas Águas Azuis" e deixar isso pra lá, aproveitar o relacionamento e tocar a vida.
Sigo firme na idéia de não querer dar conselho pra ninguém, mas aí... na boa... tá apaixonado, vai atrás da paixão! Já me arrependi por não ter feito isso algumas vezes na minha vida. Não pretendo errar novamente, pelo menos não nesse ponto. E, como sou a favor de todo mundo ser feliz, acho que esse conselho vale a pena. Vai com tudo! Aproveitem a vida porque ela é curtinha... Quando a gente percebe ela já era. O importante é pensarmos no que já passou e acabarmos com um sorriso no rosto. ;)
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