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Wednesday, September 4, 2013
Friday, January 11, 2013
Devaneios sobre soluções
Já disse que tô apaixonada e preciso esquecer, né?
Pois então... meu penúltimo post foi sobre uma possibilidade de se livrar desse tipo de situação. Cheia de pontos de falhas, meio que desisti daquela teoria... Ainda acho que ela pode ser válida com dedicação das partes, mas parece complicado demais. Para saber/lembrar do que se trata, dêem um pulinho lá no post "Como se livrar de uma paixão não correspondida?".
Mas agora surgiu um lance novo. Novo e promissor, apesar de já ter falhado em alguns pontos... Bem... deixa eu explicar, vai...
Sou apaixonada por carros. Tanto que comecei o curso técnico de Manutenção Automotiva no Senai (aliás, já estou quase concluindo) e abandonei minha carreira na área de Tecnologia pra trabalhar com carros. Hoje em dia voltei a ser uma mera estagiária, com orçamento apertado, só pra seguir meu coração.
Me joguei tanto nessa nova fase da minha vida que resolvi realizar todos os meus sonhos e estou levando a sério e fazendo mesmo! E o sonho que parece estar me ajudando com os assuntos do coração é o mais recente. Acabei de adquirir um Ford Maverick 1975 toooooodo detonado. hahaha
O que isso tem a ver com a paixão não correspondida? Tudo!
Ter um Maverick é meu sonho de infância. Estou com o carro há dois dias e os problemas já estão surgindo. Ainda assim, estou com um sorriso de orelha a orelha, empolgadíssima, só penso nisso, só respiro isso, só SOU isso!
Aí me ocorreu: talvez seja isso! Talvez a gente precise de alguma coisa que a gente gosta muito mesmo de todo coração pra esquecer de uma paixão.
O Damien (meu maveco) não é uma solução perfeita. Ainda penso no fulaninho. Principalmente porque passo na frente do lugar onde me declarei pra ele e onde fui rejeitada todos os dias a caminho do trabalho e é impossível não me lembrar do dia fatídico. Até minha casa está contaminada. Ele já esteve aqui e foi um dia ótimo, então é difícil entrar em casa e não me lembrar que já sorri junto com ele aqui dentro também. Mas......... na maior parte do dia, meus pensamentos são quase exclusivamente dedicados ao carro, e não ao dito cujo. Portanto.... a solução parece muito válida.
Minha esperança é que o carro acabe ocupando meus pensamentos cada vez mais até substituir a paixão completamente.
Vamos ver se dá certo... vou mantendo o histórico por aqui...
Enquanto isso, aceito sugestões, viu! hahaha
Pois então... meu penúltimo post foi sobre uma possibilidade de se livrar desse tipo de situação. Cheia de pontos de falhas, meio que desisti daquela teoria... Ainda acho que ela pode ser válida com dedicação das partes, mas parece complicado demais. Para saber/lembrar do que se trata, dêem um pulinho lá no post "Como se livrar de uma paixão não correspondida?".
Mas agora surgiu um lance novo. Novo e promissor, apesar de já ter falhado em alguns pontos... Bem... deixa eu explicar, vai...
Sou apaixonada por carros. Tanto que comecei o curso técnico de Manutenção Automotiva no Senai (aliás, já estou quase concluindo) e abandonei minha carreira na área de Tecnologia pra trabalhar com carros. Hoje em dia voltei a ser uma mera estagiária, com orçamento apertado, só pra seguir meu coração.
Me joguei tanto nessa nova fase da minha vida que resolvi realizar todos os meus sonhos e estou levando a sério e fazendo mesmo! E o sonho que parece estar me ajudando com os assuntos do coração é o mais recente. Acabei de adquirir um Ford Maverick 1975 toooooodo detonado. hahaha
O que isso tem a ver com a paixão não correspondida? Tudo!
Ter um Maverick é meu sonho de infância. Estou com o carro há dois dias e os problemas já estão surgindo. Ainda assim, estou com um sorriso de orelha a orelha, empolgadíssima, só penso nisso, só respiro isso, só SOU isso!
Aí me ocorreu: talvez seja isso! Talvez a gente precise de alguma coisa que a gente gosta muito mesmo de todo coração pra esquecer de uma paixão.
O Damien (meu maveco) não é uma solução perfeita. Ainda penso no fulaninho. Principalmente porque passo na frente do lugar onde me declarei pra ele e onde fui rejeitada todos os dias a caminho do trabalho e é impossível não me lembrar do dia fatídico. Até minha casa está contaminada. Ele já esteve aqui e foi um dia ótimo, então é difícil entrar em casa e não me lembrar que já sorri junto com ele aqui dentro também. Mas......... na maior parte do dia, meus pensamentos são quase exclusivamente dedicados ao carro, e não ao dito cujo. Portanto.... a solução parece muito válida.
Minha esperança é que o carro acabe ocupando meus pensamentos cada vez mais até substituir a paixão completamente.
Vamos ver se dá certo... vou mantendo o histórico por aqui...
Enquanto isso, aceito sugestões, viu! hahaha
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