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Wednesday, September 4, 2013

My mood


Wednesday, May 1, 2013

Preciso comprar um escovão!

Dia destes me peguei pensando em coisas indispensáveis na casa de uma pessoa solteira e solitária, porque a pessoa pode ser solteira e ainda morar com a família ou até mesmo contar com a presença de amigos. Eu sou solteira, mas a maior parte do tempo não sou solitária, estou sempre acompanhada e por isto conto com alguns auxílios que alguém solitário pode não ter.

A Thaís sempre fala que normalmente durante o banho é quando surgem as ideias para os posts dela e foi exatamente isto que me aconteceu.

Wednesday, November 7, 2012

A individuação

Faz muito tempo que as pessoas discutem como os casais não fazem nada sozinhos, como ficam parecidos até fisicamente com o passar dos tempos, como se tornam praticamente siameses.
Já conheci casais de todos os tipos, dos que não se largavam nem na hora de fazer cocô até os que viajavam separados. Aí hoje li um texto sobre manter a individualidade enquanto se está apaixonada(o), o nome era Equilibrando a razão e a emoção, achei o texto fraquinho, cheio de mesmices que sempre vemos por aí e NUNCA fazemos. É só se apaixonar e viramos um só, um a continuação do outro.

Lutar para não entrar nesta falsa simbiose é praticamente assumir que não sabemos amar, que somos egoístas, que não pensamos na relação e no comprometimento. Vi essa frase enquanto estava perdida pelas pesquisas do Google: "Duas pessoas decidem ficar juntas porque acreditam que viver com o outro é melhor do que viver sozinho."

Será isso mesmo? Confere?

Para pensar sobre o assunto:

A individualidade, segundo o Aulete, consiste em: originalidade; singularidade, qualidade, caráter ou atributo do que é individual, do que é próprio ou inerente a um indivíduo

A individuação, conforme descrita por Jung, é um processo através do qual o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implica uma ampliação da consciência.

Wednesday, August 1, 2012

3 meses, 3 anos

Eu e a Thaís costumamos conversar no final de algumas noites, embaladas por um bom chá e várias descobertas amorosas que fazemos nesta nova jornada.

Noite destas uma situação me fez lembrar uma verdade cruel, a de que o amor (intensidade e sinceridade) parece sempre exclusivo daquela pessoa que está com você, mas não é. Quando pegamos e-mails antigos, bilhetes, relembramos coisas, percebemos que é tudo exatamente igual e não estou generalizando, é a pura verdade, se todo mundo analisar friamente perceberá que repete as mesmas coisas em todos os relacionamentos.

Já foram contadas neste blog várias histórias de amores profundos e intensos de curta duração. Três meses, este é o tempo perfeito para viver um grande amor, para fazermos todas as juras sinceras, proferir todos os nunca e os para sempre, trocar todas as mensagens e ligações melosas possíveis, sonhar com os filhos, cachorros e as festas de final de ano.

Só que quando chegamos nos 3 meses nos iludimos que aquilo é tão bom e perfeito que pode ser estendido por mais tempo e aí temos 3 anos de puro sonho, onde começamos a construir a fundação da futura família, a consolidação do amor e aí depois deste tempo é outra coisa que une os casais e normalmente tudo que rolava naqueles 3 anos e 3 meses vai ficando cada vez mais distante, sendo substituídos por várias lutas e interesses em comum junto, com sexo esporádico e cansaço de trabalho.

Eu já tive um amor de 3 meses que se transformou em 3 anos e se estendeu por mais 7, confesso: não sei o motivo real pelo qual ele se estendeu por mais 7 anos, não dá para passar a receita e nem inventar uma profilaxia.

Já tive um amor de três meses que acabou aí e depois de muitos anos nos reencontramos e depois de vários encontros, sem cunho amoroso/sexual, percebi que não tinha nada a ver com aquela pessoa, na época fazia tanto sentido, era o amor da minha vida, queria passar o resto da minha existência ao lado daquela pessoa. Pensei: Graças a Deus que não levei adiante esse relacionamento!
E não é que a pessoa mudou nestes anos que a gente não se viu, eu é que só enxergava o que me agradava nestes três meses, várias coisas nós nem sequer chegamos a conversar enquanto estávamos juntas nestes três meses. Então foi ótimo ter guardado somente boas lembranças deste amor.

Já vivemos este tipo de sentimento várias vezes e é sempre igual, mas ainda nos surpreendemos/acreditamos, é exatamente o que diz a música da Adele (afe, tenho trauma desta mulher).