Friday, November 9, 2012

Detalhes que me fascinam

Dia desses saí com um amigo que tem uma tatuagem incrível nas costas.

Sempre achei tatuagens muito interessantes. Sempre! Mas passei por várias fases relacionadas ao assunto.

Meus pais censuram tatuagens com bastante convicção. Minha mãe menos, mas meu pai, durante muito tempo, associou tatuagens a criminosos (e ainda deve pensar assim) e sempre fez questão de deixar clara esta opinião sobre o assunto dentro de casa.

Eu... bem... sempre achei legal, mas quando adolescente não me lembro de defender a atividade dentro de casa. Nunca fui de causar com meus pais, mesmo na fase mais aborrescente... Na verdade, me lembro de uma época (só não me lembro de que época foi, exatamente) em que achei que também não gostava da prática e meio que censurava também.

Mera ilusão. Hoje penso que essa fase aversa foi mais pela vontade que sempre tive de fazer uma em mim mas me faltava (e ainda falta) coragem por causa da fobia que tenho de agulhas.

Mas esse não é o foco do post. O foco do post é como minha cabecinha funciona com essas coisas que me fascinam.

Depois de sair com este amigo, fiquei tão ligada na tatuagem dele que cheguei a sonhar com isso! Achei super interessante o fato do meu cérebro ter marcado aquilo com tanta ênfase que me fez sonhar dando tanta importância ao detalhe.

Não vou contar o sonho todo (já contei pro meu amigo, que é só quem precisava saber mesmo. hahaha), mas a parte de maior destaque dele era num momento em que ele me pedia pra pensar numa foto legal pra tirarmos juntos. No final das contas, saiu uma foto dele de costas pra câmera e eu de frente com ele. Essa manobra toda só pra mostrar a tal da tattoo naquelas costas largas que ele tem. :)

Talvez a importância toda venha do fato de eu estar com a minha primeira tatuagem agendada (com o tatuador deste meu amigo, por sinal). O que anda me deixando deveras ansiosa. Mas acho que, no final das contas, o que me levou a sonhar com isso foi mesmo o fato de eu achar tattoos o máximo e por ter passado um tempo tão agradável com o fofo do meu amigo. :)

Wednesday, November 7, 2012

A individuação

Faz muito tempo que as pessoas discutem como os casais não fazem nada sozinhos, como ficam parecidos até fisicamente com o passar dos tempos, como se tornam praticamente siameses.
Já conheci casais de todos os tipos, dos que não se largavam nem na hora de fazer cocô até os que viajavam separados. Aí hoje li um texto sobre manter a individualidade enquanto se está apaixonada(o), o nome era Equilibrando a razão e a emoção, achei o texto fraquinho, cheio de mesmices que sempre vemos por aí e NUNCA fazemos. É só se apaixonar e viramos um só, um a continuação do outro.

Lutar para não entrar nesta falsa simbiose é praticamente assumir que não sabemos amar, que somos egoístas, que não pensamos na relação e no comprometimento. Vi essa frase enquanto estava perdida pelas pesquisas do Google: "Duas pessoas decidem ficar juntas porque acreditam que viver com o outro é melhor do que viver sozinho."

Será isso mesmo? Confere?

Para pensar sobre o assunto:

A individualidade, segundo o Aulete, consiste em: originalidade; singularidade, qualidade, caráter ou atributo do que é individual, do que é próprio ou inerente a um indivíduo

individuação, conforme descrita por Jung, é um processo através do qual o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implica uma ampliação da consciência.

Friday, November 2, 2012

Mas fora da balada........

É engraçado como certos homens reagem em certas situações.

Já falei por aqui de como é fácil pegar um carinha na balada (amarrando seus sapatos ou secando suas mãos nele), mas isso depende demais do ambiente.

Fora da balada esse "aproach" mais agressivo parece assustar os homens, mesmo quando está bem claro que as intenções das partes não são lá muito nobres.

Quando a coisa rola no dia-a-dia parece haver uma necessidade de se conhecer melhor e essas coisinhas semi-românticas de possíveis relacionamentos.

Esse cara, por exemplo... Num belo dia ele entra no meu local de trabalho e me chama a atenção por causa de uma característica que nunca foi de me importar muito mas, como era muita coincidência, prestei atenção.

Eu, mais que depressa, depois de ver essa particularidade do moço e notar que ele até que fazia o meu tipo, mandei uma direta super direta mesmo.

A reação: o moço ficou tímido, todo mundo riu e ficou por isso mesmo. Hahaha

Num outro dia o vi no trabalho dele, num outro ele voltou ao meu...... E assim foi durante umas semaninhas.

Pela minha brincadeira no primeiro dia era claro o que iria acontecer, mas com um trabalhando perto do outro, se vendo sempre e talz, o moço viu uma necessidade de se aproximar mais devagar, conversar, conhecer........... até chegarmos ao primeiro beijo.

Mais uma vez, o desenrolar da história não importa neste momento. A idéia é analisar o comportamento dele com relação ao meu avanço. O que aconteceu foi que ele só começou a relaxar quando eu dei a entender que ele é que estava "no comando" da paquera.

É bem essa coisa de macho mesmo, sabe? Quando eu parei de jogar indiretas (não não... eram super diretas mesmo) e deixei que ele fizesse os avanços, ele dominou a situação e a coisa rolou com mais suavidade.

É.... parece que tem situações onde meninas devem continuar sendo meninas e meninos devem continuar sendo meninos, nem que seja só "pra inglês ver". ;)