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Wednesday, November 14, 2012

Feriadão Vadio!


Na iminência de um feriadão perfeito de 6 dias só me resta esvaziar a mente e concluir que não há nada melhor que o descanso, nem o amor! Quando falo perfeito, é o meu perfeito, não estou concluindo que serão dias de sol, água fresca, sombra e ótima companhia, o meu perfeito é a pausa, o distanciamento da realidade, o descanso mental.

Todos que me conhecem bem sabem que eu sou do tipo Without a Trace (para entender clique aqui) ou usando o bom e velho estilo brasileiro: sou daquele tipo que sai de casa para comprar cigarro e não volta nunca mais. #SimplesAssim, simplesmente fechar a mala, às vezes nem isto, e deixar todos os problemas lá atrás, num passado distante ou não tão distante e nem tão cheio de problemas assim.

Acontece que eu achava que isso era mais fácil do que resolver problemas, só não sabia que como tudo na vida e no nosso corpo esta atitude podia me saturar. Saturado, segundo o Aulete e que se encaixa no contexto, significa: que não pode conter mais nada; CHEIO; REPLETO; que não suporta mais; CANSADO; FARTO.

Aí imagino então, se eu consegui tomar tantas decisões na vida que conseguiram me saturar no alto dos meus míseros 32 anos de idade, imagina então o que fazemos em um relacionamento. O quão rápido conseguimos saturá-lo e como a atitude "without a trace" não funciona em ambas as situações.

O que eu quero dizer com isso? Que deixar passar aquela frase que você escutou e não gostou, ignorar a falta de uma atitude ou carinho que vocês esperava receber do outro e até mesmo evitar brigas não vai fazer o seu amor durar, vai apenas saturá-lo.

Claro que não deixar passar e conversar sobre tudo que acontece no relacionamento não é garantia de longevidade, mas sim garantia de que o dia que acabar você saberá porque, independente do fim acontecer durante um momento "bom" da relação ou durante um "inferno" total.

Então gente, o feriado está aí e o fato de termos uma pausa, aproveitarmos este momento para fazer viagens paradisíacas, românticas e o que mais foge do nosso dia-a-dia, não vai fazer com que nenhuma situação mude, é só uma pausa, na volta a realidade estará sentada no sofá confortavelmente.

E a Liana aqui aprendeu que não interessa o quanto a gente suma, recomece e tente esquecer, porque temos uma memória FDP que não nos deixa abandonar nada, nadinha, nadica de nada...rs

Wednesday, November 7, 2012

A individuação

Faz muito tempo que as pessoas discutem como os casais não fazem nada sozinhos, como ficam parecidos até fisicamente com o passar dos tempos, como se tornam praticamente siameses.
Já conheci casais de todos os tipos, dos que não se largavam nem na hora de fazer cocô até os que viajavam separados. Aí hoje li um texto sobre manter a individualidade enquanto se está apaixonada(o), o nome era Equilibrando a razão e a emoção, achei o texto fraquinho, cheio de mesmices que sempre vemos por aí e NUNCA fazemos. É só se apaixonar e viramos um só, um a continuação do outro.

Lutar para não entrar nesta falsa simbiose é praticamente assumir que não sabemos amar, que somos egoístas, que não pensamos na relação e no comprometimento. Vi essa frase enquanto estava perdida pelas pesquisas do Google: "Duas pessoas decidem ficar juntas porque acreditam que viver com o outro é melhor do que viver sozinho."

Será isso mesmo? Confere?

Para pensar sobre o assunto:

A individualidade, segundo o Aulete, consiste em: originalidade; singularidade, qualidade, caráter ou atributo do que é individual, do que é próprio ou inerente a um indivíduo

individuação, conforme descrita por Jung, é um processo através do qual o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implica uma ampliação da consciência.

Wednesday, October 10, 2012

Experiências de amor próprio...

"Um homem que ama a si mesmo respeita a si mesmo e um homem que ama e respeita a si próprio respeita os outros também, porque ele sabe, ‘Assim como eu sou, os outros também são. Assim como gosto do amor, respeito, dignidade, os outros também gostam’.", palavras de Osho (www.osho.com).

Para quem não sabe ontem foi meu aniversário, tenho mais ilusões com a virada do ano do que com os aniversários, porém fazer aniversário é também iniciar um novo ano (astral ou biológico) e posso afirmar que este é um dos aniversários mais incomuns que eu já passei. Apesar de todos os convites, oferecimentos e incentivos dos amigos, resolvi passar o dia sem comemoração e praticamente sozinha, uma busca pela minha companhia.

Falo aqui semanalmente sobre o amor e na vida pessoal é um assunto diário, são várias análises e teses sobre o motivo que levou fulano a fazer isso, o porque do outro ficar cozinhando em banho-maria e blábláblá. A gente sempre querendo entender a cabeça do outro e não a nossa, na verdade temos que pensar no porque a gente ocupa este lugar, o motivo pelo qual deixamos que a coisa chegue neste ponto. 

O nosso amor próprio pode ser um vadio também, pode ser uma mulher de malandro, daquelas que adoram sofrer e se desvalorizar o máximo possível.

Confesso que sempre achei essa coisa de amor próprio meio babaca, sempre acreditei que o amor é algo conjunto, que é "impossível ser feliz sozinho", mas aos trancos e barrancos duas pessoas estão me ensinando que ou eu aprendo logo este bendito de amor próprio de forma radical ou sempre terei estas mesmas reclamações e divagações sobre ter me doado demais, ter saído no prejuízo e outros mimimis. Não é fácil, me pego várias vezes fazendo algo e depois esperando algo em troca, mas aí esfrio a cabeça e penso que fiz porque queria, ao fazer já estava ganhando alguma coisa ou então nem teria mexido um músculo.

No novo ano astral quero tirar essa fama de vadio que meu amor próprio tem, ele tem que se valorizar..rs. Estou com dois mestres ótimos para isso, um que me ensina na teoria e o outro que me ensina na prática, sem dó nem piedade.

Friday, September 21, 2012

Pessoas que marcam fases da vida

Não sou muito de criar raizes. Me mudei muitas vezes e confesso que até gosto de viver desse jeito. O mais interessante é que acabo não criando laços com as pessoas também. Não sempre, claro! Tenho amigos daqueles pra vida toda em todos os lugares por onde passei. Mas a maioria das pessoas que fazem parte da minha vida quando moro num lugar, ficam lá depois que eu saio e perco o contato.

Mas o mais interessante MESMO é que faço isso com os caras com quem me relaciono também (com raras exceções).

Pra mim, alguns "casinhos" ficam associados com fases da minha vida e eu simplesmente não consigo desvincular! É o tipo de relacionamento de curtíssimo prazo que é super legal, mas para de acontecer e depois que passa um tempo fica aquele sentimento de que foi mesmo muito legal, mas que eu não faço questão nenhuma de repetir a dose.

Como vivo mudando minha vida, vivo mudando meus casos também. O legal é que sinto algo super especial por todos eles. Um sentimento de que sempre serei um pouquinho apaixonada por cada um deles (sou assim, me apego fácil e me desapego fácil, mas continuo apegada). Ô, mulher confusa! :) Esse é o meu jeitinho. hahaha

No final das contas, esse meu sentimento bom com os caras com quem parei de sair subtamente é justamente por causa da falta de continuidade. Outro dia, conversando com a Liana, chegamos à conclusão de que, se não tem amor, o melhor mesmo é ficar com a pessoa uma ou duas vezes só. Fica o sentimento de que foi legal e nada acontece pra estragar a lembrança.

Se for assim, ficando uma ou duas vezes com cada pessoa, podemos fazer uma coleção de relacionamentos perfeitos ao longo de nossas vidas. Talvez essa seja a receita para a felicidade! E eu, como sou super comprometida com a ciência, to aqui, firme e forte, testando a teoria pra depois avisar pra vocês se dá certo ou não! ;)

Como sempre, quando se trata de relacionamentos, não ando tendo muito sucesso porque não sou disciplinada o suficiente. Já errei com mais um mocinho... não sei exatamente onde, mas a coisa desandou. Tenho uma idéia do que deu errado, mas isso é assunto pra outro post. Por enquanto.... bora pro próximo passo....

Wednesday, September 19, 2012

Predispostos a amar


"O amor precisa da sorte
De um trato certo com o tempo
Pra que o momento do encontro seja pra dois
O exato momento". Exato Momento, Zé Ricardo.
Não sei vocês, mas eu acho possível perceber quando estamos predispostos a nos apaixonar e posteriormente amar alguém, pode parecer algo irracional, incontrolável e natural, mas não é tanto assim, porque existem os indícios: você começa a pensar mais na pessoa, arranja motivos para manter contato, "encontra" coisas na rua que te lembram do outro e muitas outras coisas.

Acho que isso não é completamente irracional e incontrolável quando lembro das pessoas que não se envolvem (os famosos galinhas), em determinado momento da relação com outra pessoa a situação começa a caminhar para uma paixão ou futuro amor e é nesta hora que o "galinha" pula fora e acaba se forçando a ver que todo este encanto pode também ser encontrado em outra pessoa e assim desencanta daquele caso atual antes que ele vire amor.

A diferença está aí, estar disposto ou não a amar, deixar-se envolver pelas sensações gostosas que vivenciamos quando iniciamos um relacionamento com alguém de tal modo que isso vire natural e diariamente fazemos e falamos coisas em busca destas sensações, o que praticamente pode ser considerado uma (boa)rotina.

Quando esse ciclo de falar e fazer coisas para despertar boas sensações é quebrado, deixando de ser rotina, é o momento que não estamos mais dispostos a amar, neste caso sempre acredito que inicialmente esta reação é inconsciente, apenas depois que o amor "acaba" (na verdade apenas morre de fome, por não ser mais alimentado) é que passamos a racionalizar e tentar descobrir quando foi que deixamos de fazer a manutenção daquela relação.

A grande maioria esta predisposto a amar, poucos estão dispostos a continuar, afinal a rapadura é doce, mas não é mole não.


(pre.dis.por)
Dispor(-se) com antecipação; tornar(-se) propício
(dis.pos.to) 
Que tem coragem, energia, disposição para enfrentar dificuldades, tarefas etc.; ARROJADO; VALENTE


Wednesday, September 5, 2012

Esquentando a marmita em banho maria

Li tempos atrás um texto sobre o modo de amar da geração XYZ e que também estava se alastrando até para a geração baby boomer, era algo ligado com o avanço tecnológico e a fluidez do tempo, resumindo: as pessoas estavam mais "instáveis" nas relações, pois ficavam com medo de se comprometer e deixar passar outras oportunidades melhores.

Qual o motivo de estar escrevendo toda essa explicação? É que tenho percebido que as pessoas tem enrolado as outras, deixando-as como estepe. Não se dá mais um fora ou uma negativa definitiva, cada vez mais inventam desculpas para não sair ou não engatar um compromisso sério, mas coisas suaves para não deixar a outra pessoa com raiva ou decepcionada. Tem casos onde o ser some durante dias ou semanas e quando o outro já está quase se "curando" do encantamento... POW, o ser ressurge para fazer a manutenção e deixar o outro lá na espera, renovando as expectativas de felicidade e mantendo a marmita pronta para ser usada caso a espera no restaurante esteja grande demais.

O pior disto tudo é que não atinge só as pessoas que nasceram depois dos anos 90, está se alastrando para todas as idades, um monte de espertinhos(as) que se aproveitam do amor alheio e ficam enrolando as(os) candidatas(os) com baixa pontuação na classificação por tempo indeterminado, esperando a(o) candidata(o) da primeira posição aceitar ou não o compromisso.

Ok, a vida é dos espertos, das pessoas comprometidas que mantém casos extra conjugais porque não querem perder nenhuma vantagem, dos solteiros que ficam mantendo os candidatos em banho-maria enquanto não conseguem quem realmente querem e dos "inocentes" que estão sempre do outro lado da situação.

Se você é uma pessoa que coleciona marmitex, por favor, para com isso. Liberte esta comida para quem precisa e vai fazer melhor proveito dela. 

Afinal, se você não quer alguém agora, o que te fará querer esta pessoa depois? Só por falta de opção não vale, tem que ser porque o vadio amor falou mais alto.

Confissões: eu já esquentei marmita em banho-maria e me envergonho disto, pois nunca fiquei com a pessoa, só gastei o tempo que ela podia estar dedicando a outra.

Wednesday, August 29, 2012

Trago seu amor em 7 dias, nem que seja na porrada

(minhas três filhas me ajudaram com este post, uma deu a ideia e as outras procuraram os anúncios. meninas de ouro! Obrigada!)

Quem nunca recebeu ou viu algum anúncio do tipo na rua? Eu confesso que gosto sim de saber meu "futuro" no mapa astral, no baralho cigano, nos búzios, na borra de café e qualquer outro lugar, mas acho meio inocente, para não dizer arriscado, querer trazer alguém de volta fazendo uma macumba ou mais politicamente correto, um trabalho espiritual.

Além dos preços exorbitantes que são estes serviços, ainda ficamos sabendo que eles tem a validade de 7 anos. Imagina só, você paga uns bons milheiros de reais e só vai ter a pessoa por 7 anos e nem é garantido a felicidade plena durante estes anos, pois a promessa é trazer de volta e não garantir felicidade.

Curiosamente alguns profissionais da área vão além e prometem mais do que a felicidade, prometem trazer seu amor de volta, "manso, doce e apaixonado". Gostaria de conhecer a SENSITIVA ALYNE, profissional acima das expectativas e que cobra apenas R$ 20,00 a consulta, só faltou ela prometer aumentar as curtidas dos posts no Facebook.

Sou muito orgulhosa neste sentido, não quero de volta alguém que não me quis mais, não desta forma manipulada. Se a pessoa quiser voltar, será porque foi viver a vida com outras pessoas e diante de toda a experiência analisou e descobriu que na verdade gostava mesmo de mim e que me queria de volta e aí ela é quem teria que me provar e me fazer ter confiança de que este amor mereceria uma segunda chance.

Até mesmo porque acho que o amor é mais gostoso quando é correspondido, porém não é sempre que isto pode acontecer e nós precisamos ser maduros o suficiente para lidar com isto. Por isso nunca pensei em apelar para nenhum tipo de trabalho destes e confesso que nem coragem de ter aquela "conversa" com Deus para trazer a pessoa de volta eu tenho coragem de fazer, no máximo eu peço para parar de sofrer, me fazer esquecer rápido e com resignação. Sempre funciona e dura mais que 7 anos, com a vantagem de deixar as portas abertas para viver novos e melhores amores!

E você, já fez ou pensou em fazer algum trabalho espiritual para trazer seu amor de volta? Conta para a gente, conta vai...

Wednesday, August 1, 2012

3 meses, 3 anos

Eu e a Thaís costumamos conversar no final de algumas noites, embaladas por um bom chá e várias descobertas amorosas que fazemos nesta nova jornada.

Noite destas uma situação me fez lembrar uma verdade cruel, a de que o amor (intensidade e sinceridade) parece sempre exclusivo daquela pessoa que está com você, mas não é. Quando pegamos e-mails antigos, bilhetes, relembramos coisas, percebemos que é tudo exatamente igual e não estou generalizando, é a pura verdade, se todo mundo analisar friamente perceberá que repete as mesmas coisas em todos os relacionamentos.

Já foram contadas neste blog várias histórias de amores profundos e intensos de curta duração. Três meses, este é o tempo perfeito para viver um grande amor, para fazermos todas as juras sinceras, proferir todos os nunca e os para sempre, trocar todas as mensagens e ligações melosas possíveis, sonhar com os filhos, cachorros e as festas de final de ano.

Só que quando chegamos nos 3 meses nos iludimos que aquilo é tão bom e perfeito que pode ser estendido por mais tempo e aí temos 3 anos de puro sonho, onde começamos a construir a fundação da futura família, a consolidação do amor e aí depois deste tempo é outra coisa que une os casais e normalmente tudo que rolava naqueles 3 anos e 3 meses vai ficando cada vez mais distante, sendo substituídos por várias lutas e interesses em comum junto, com sexo esporádico e cansaço de trabalho.

Eu já tive um amor de 3 meses que se transformou em 3 anos e se estendeu por mais 7, confesso: não sei o motivo real pelo qual ele se estendeu por mais 7 anos, não dá para passar a receita e nem inventar uma profilaxia.

Já tive um amor de três meses que acabou aí e depois de muitos anos nos reencontramos e depois de vários encontros, sem cunho amoroso/sexual, percebi que não tinha nada a ver com aquela pessoa, na época fazia tanto sentido, era o amor da minha vida, queria passar o resto da minha existência ao lado daquela pessoa. Pensei: Graças a Deus que não levei adiante esse relacionamento!
E não é que a pessoa mudou nestes anos que a gente não se viu, eu é que só enxergava o que me agradava nestes três meses, várias coisas nós nem sequer chegamos a conversar enquanto estávamos juntas nestes três meses. Então foi ótimo ter guardado somente boas lembranças deste amor.

Já vivemos este tipo de sentimento várias vezes e é sempre igual, mas ainda nos surpreendemos/acreditamos, é exatamente o que diz a música da Adele (afe, tenho trauma desta mulher).

Wednesday, July 18, 2012

Prender ou soltar?

(trilha sonora do post: Regra Três, Toquinho -  http://www.youtube.com/watch?v=UatW3jGwkHo&feature=related)

Tenho um colega no trabalho com quem converso assuntos variados, claro que o foco acaba sempre caindo nos relacionamentos, não só os amorosos, mas na maior parte das vezes sim, porque ambos se separaram "recentemente" e acabamos trocando as impressões que temos sobre os amores passados e as fases pós-término.

Hoje o assunto que surgiu foi quando temos alguém que nos deixa fazer tudo, vou explicar melhor: você gosta de fazer alguns programas, mas a pessoa que está com você não gosta e não se importa que você faça sozinha (o) ou com outra(s) pessoa(s). Só que quando essa liberação é constante pode ser chato, pois vira rotina e de repente você se vê fazendo coisas sozinha(o) e percebendo que a outra pessoa não faz mais a menor falta.

Eu sou destas que solta, que prefere liberar a ter que fazer coisas que não gosta e na situação inversa eu também prefiro sair com amigos a abrir mão de um programa só porque a pessoa que está comigo não quer ir. Eu achava que liberar as pessoas e a mim mesma era uma atitude de total compreensão, mas ele me disse que isso tem um pouco de egoísmo, pois você não quer fazer um esforço pelo outro (quando deixa ele ir sozinho em um programa que você não gosta) e não quer abrir mão de uma coisa que gosta (quando vai sozinha sem se importar que o outro ficou em algum lugar, fazendo sabe-se lá o que).

Por outro lado, durante toda a minha vida escutei várias pessoas reclamarem de parceiros que não as deixavam fazer nada sozinhas, que tudo tinha que ser feito em dupla, como se fossem irmãos siameses, do happy hour com o pessoal do trabalho até programas nitidamente individuais (despedida de solteiro, chá de bebê, depilação e etc). Pessoas que suplicavam silenciosamente por um momento individual.

Só que chegamos à conclusão que quando a pessoa "solta" demais chega um ponto que o outro perde a mão, inconscientemente pode ser proposital, para chamar atenção e avisar que precisa de rédeas (exatamente como as crianças sem educação que criam problemas para serem punidas pelos pais e serem notadas). Só que aí é tarde demais, porque você extrapolou a Regra Três...