Eu amo Guns N’ Roses. Não é de hoje e não é novidade pra quem me conhece. O amor começou em 1989, com a novela “Que Rei Sou Eu”. Meus pais gostavam porque era uma novela divertida e com aquelas alfinetadas políticas que a galera adorava na época da Ditadura, mas eu gostava porque ficava ansiosíssima esperando ouvir um pedacinho de Patience na trilha sonora!
Monday, October 23, 2017
Saturday, October 14, 2017
O que é a espera pra você?
Hoje assistimos uma peça onde a pergunta central era: o que é a espera para você?
Na hora a Thaís não soube responder, a Liana pensou que a espera era expectativa, depois de um tempo a Thaís pensou que a espera era só cansativa. A Liana sempre está cansada, será que ela está sempre esperando?
Pra nós a espera é:
Na hora a Thaís não soube responder, a Liana pensou que a espera era expectativa, depois de um tempo a Thaís pensou que a espera era só cansativa. A Liana sempre está cansada, será que ela está sempre esperando?
Pra nós a espera é:
Wednesday, September 27, 2017
VA Convida: Relacionamento aberto?! Que indecência, que horror! que...hmm, que interessante... (AlexB)
‘– Então você não se importaria de ver sua namorada com outro cara!?’
‘– Você é corno e gosta! É o verdadeiro corno-manso!
‘– Ai, que horror! Se eu soubesse que meu marido ficou com outra, que nojo. Vocês são é... doentes!’
‘– Opa, sua mina é gostosa? Posso dar uns pegas nela, então?’
Leitores e leitores que vadiam por alamedas bonitas e enganosas, quebradas perigosas mas honestas, ruas amplas e assustadoras de tantas possibilidades, todas paragens alegóricas que encerram as desditas e êxtases da vida amorosa, desse amor sempre vadio que procuramos:
‘– Você é corno e gosta! É o verdadeiro corno-manso!
‘– Ai, que horror! Se eu soubesse que meu marido ficou com outra, que nojo. Vocês são é... doentes!’
‘– Opa, sua mina é gostosa? Posso dar uns pegas nela, então?’
Leitores e leitores que vadiam por alamedas bonitas e enganosas, quebradas perigosas mas honestas, ruas amplas e assustadoras de tantas possibilidades, todas paragens alegóricas que encerram as desditas e êxtases da vida amorosa, desse amor sempre vadio que procuramos:
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