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Saturday, October 14, 2017

O que é a espera pra você?

Hoje assistimos uma peça onde a pergunta central era: o que é a espera para você?

Na hora a Thaís não soube responder, a Liana pensou que a espera era expectativa, depois de um tempo a Thaís pensou que a espera era só cansativa. A Liana sempre está cansada, será que ela está sempre esperando?

Pra nós a espera é:

Thursday, August 13, 2015

Retornando ao Vadio Amor

Tentamos distanciar a criatura do criador e acabamos colocando o Vadio Amor em um caminho equivocado, exatamente como fizemos com nossos corações tantas e tantas vezes, e ele acabou abandonado, jogado às traças, enroscado num punhado de lixo numa sarjeta qualquer de uma rua insignificante da cidade.

Nossa sorte é que o Vadio Amor, assim como nossos corações, é super recuperável e cá estamos novamente. As filhas arrependidas voltaram para casa e com os peitos cheios de coragem para escrevermos o que bem entendermos sobre o que sentimos da vida.

Wednesday, January 28, 2015

Você também pode dar pitacos!

Eu sei que as meninas sempre deram liberdade para os leitores meterem o bedelho por aqui, mas agora que eu assumi o comando achei conveniente avisar que o email vadioamor@gmail.com está à disposição para vocês mandarem o que quer que seja para mim, desde histórias para serem contadas por aqui até desabafos para um ombro amigo. Só não se esqueça de deixar claro se quer ou não que eu publique o conteúdo do email por aqui, ok? Senão, já viu! Além disso, diga também se quer ser identificado ou se prefere que eu publique o conto sem citar nomes, datas e afins.

Só não me venham com recados para a Liana ou a Thais porque eu não repasso nada para elas. Se quiserem falar alguma coisa para as meninas, procure-as diretamente. Não sou pombo correio.

E não, não vou dizer quem eu sou. O acordo com as meninas foi que eu assumiria as rédeas do blog mantendo o estilo de textos delas e a linha de raciocínio. Tudo o que vocês precisam saber é que sou uma pessoa muito próxima das duas e parte do acerto foi que eu posso publicar partes de conversas ou conteúdos das conversas que tenho com elas para que suas experiências continuem sendo parte do Vadio Amor mas, daqui para frente, vocês terão também textos com situações pelas quais eu passei ou que pessoas que eu conheço me contaram, além de uma ou outra invenção da minha mente doentia.

Vez ou outra, as meninas também vão contribuir com textos delas, mas não assinarão mais nada para evitar mais problemas com stalkers, ex-whatevers, invejosos de plantão e qualquer outra coisa que possa chatear uma das duas, ou as duas.

Então é isso. Aguardo os recadinhos de vocês, as contribuições, os feedbacks enquanto preparo o próximo post. Até lá.

Wednesday, February 6, 2013

A encenação amorosa

Esta semana rolou uma discussão bem legal lá na fan page do Vadio Amor sobre a predileção das mulheres por cafajestes e paralelamente aconteceu uma situação engraçada de falta de vergonha na cara de pessoas comprometidas.

Durante boa parte da minha vida, mesmo sendo "casada", vivi como uma mulher solteira, saindo com os amigos e mesmo os que eram casados também se comportavam da mesma forma, sem estas cerimônias de programinha padrão de casal, era uma espécie de turma de amigos. Eu achava que a vida perfeita era esta, casais que vivem em sociedade sem ter que andar praticamente algemados.

Depois comecei a ter aquela vontade de andar dentro do "padrão", esta coisa família, onde os casais também tem filhos e se encontram para programas mais comportados, onde as crianças e os velhos também podem frequentar sem problemas, mas aí comecei a perceber que a grande maioria dos casais (não todos, apenas a maioria) vive de encenação. Um dos lados mal espera uma oportunidade discreta para flertar com a outra pessoa do casal amigo, às vezes uma pessoa fala mal da outra para esconder que ela mesmo está te sacaneando, rola putaria e várias outras situações medonhas que são criadas só para alimentar a peça teatral amorosa do casal.

Tem pessoas que são ótimas artistas e você nem percebe que é apenas uma encenação, outras (como a desta semana) só de bater o olho você já sabe o que vai acontecer, aí abre-se um bolão e pacientemente espera-se o desenrolar da trama, o sortudo que acertar o tempo e a ação certa acaba levando uns 10 ou 20 reais de compensação pela "vidência".

Por estas e muitas outras me parece que os relacionamentos de hoje em dia estão cada vez mais estranhos e menos duradouros. Temos que ser cegos ou muito inocentes...

Os cafas, sejam eles do sexo feminino ou masculino, só conseguem ser assim porque são ótimos artistas e ser cafa é uma arte, um bom cafa nunca é descoberto, ele sempre sai ileso e em muitos casos ele já é comprometido também.


Wednesday, January 2, 2013

2013, que venha cheio de amor!


Um mês depois e já no ano novo... estou de volta aqui no Vadio Amor, estava morrendo de saudade destas quartas cheias de confidências e troca de experiências.

Não sei quanto a vocês, mas eu AMEI os posts dos convidados que me substituíram durante o meu repouso físico e psicológico, só o coração não repousou, continuou firme e forte nesta estrada instável de alegrias e tristezas, mas voltando aos posts, se vocês não viram todos, aproveitem para ler agora:

Ode ao ronco, do meu amigo F.S.
Não-relacão, da minha amiga C.F.
Mas afinal o que é o amor livre?, da minha amiga Sabina Anzuategui.
Balancete amoroso, da minha amiga Belise Mofeoli.

Quem me conhece sabe que adoro dar pitacos, então a cada texto recebido minha vontade era fazer uma postagem comentada, pois os textos faziam tanto sentido para mim e para o que já vivi e estou vivendo. Realmente foi uma experiência maravilhosa chamar estas quatro pessoas para contribuir com o blog e perceber que são meus amigos mais próximos não apenas porque conseguimos nos divertir muito bem juntos, mas também porque temos tanto em comum quando falamos e sentimos este vadio amor.

Claro que não fiquei totalmente parada, minha experiência em dezembro relacionada ao amor foi ler 50 tons de cinza, afinal estava todo mundo elogiando ou condenando o livro, então tinha que tirar minhas próprias conclusões.

No começo foi difícil, eu queria que o livro me desse algo que superasse meu entendimento e vivência a respeito do amor, achei mal escrito, encontrei erros de continuidade e desejei não terminar a leitura. Estava vestindo o meu coração de pedra-pome, porque sei que um cara com práticas sadomasoquistas não faria as coisas que o tal Grey faz, que é muito impossível um milionário cair no seu colo assim e ainda mudar tudo só porque desenvolveu uma estranha atração (chamaremos de amor) por você em apenas 1 mês e blábláblá.

Depois resolvi vestir meu coração inocente, aquele que eu tinha na época que lia Júlia e Sabrina escondida pela casa, aquele que me fazia nutrir o sonho de casar de branco, ter 3 filhos e ser uma esposa prendada e econômica, aquele que acreditava que o amor era o suficiente para mudar uma pessoa, foi então que a partir deste momento o livro ficou factível e segui a leitura até o fim e confesso que se ficasse mais um mês impossibilitada de sair de casa sozinha, eu leria os outros 2 livros da trilogia.

Mas a verdade é que se o Grey casar com a Anatasia, coisa que deve acontecer no terceiro livro, o casamento vai durar bem pouco ou ela será a chifruda mais rica de Seattle.

E antes que as fãs do livro me matem, eu invejo vocês por ainda conseguirem sonhar com e sobre o amor, gostar do livro não é uma questão de falta de experiência ou maturidade, mas sim a capacidade de sonhar ou de ainda ter esperança.

Infelizmente estes poucos anos de vivência só me fazem acreditar que o amor é um vadio, um vadio gostoso, mas não deixa de ser um vadio. Então quando vejo a Anastasia ou qualquer outra mulher (incluindo euzinha aqui) animada com o amor "perfeito" a única coisa que me passa pela cabeça é: quanto tempo vai durar?

E frisando que a pergunta é sobre a duração do tal amor perfeito e não da relação, pois esta pode durar várias décadas...

Wednesday, December 26, 2012

VA Convida: Balancete amoroso (Belise Mofeoli)

A primeira vez em que eu soube que alguém gostava de mim, se não me engano, eu estava na quinta série e o “Romeu” da vez era o A.. Ele não constava na lista dos caras mais bonitos ou populares da sala, mas era, sem discussão, fofo! No duplo sentido da palavra. Levemente gordinho, e de uma doçura ímpar. E inteligente. Não sei se foi verdade, se ele gostava de mim ou não. Nunca perguntei. (Tímida!) Mas o fato de saber que alguém podia mesmo estar interessado em quem eu era, me fez sentir esquisita... vaidosa. A. não foi meu namoradinho de infância.

Alguns anos depois, em outra escola, todas as meninas da sala suspiravam pelo menino alto de bochechas vermelhíssimas, exceto eu. Pensava que, se era mesmo preciso eleger alguém interessante, por que não aquele que tirava ótimas notas, que tinha nariz imenso, e nome de astro do rock? Não, nunca fui a fim dele. Mas poderia de ter sido. Um adolescente educadíssimo! Raridade já naquela época.

Wednesday, December 19, 2012

VA Convida: Mas afinal o que é o amor livre? (Sabina Anzuategui)

filme "Novecento", de Bernardo Bertolucci.
Os atores são Robert De Niro, Stefania Casini e Gérard Depardieu
Aos dezesseis anos eu escrevia longas cartas semanais a um jornalista que era meu amor platônico. Às vezes ele respondia. Numa carta ele contou que tinha namorada e respondi: "Tudo bem, eu acredito no amor livre."

Eu era anarquista na adolescência, desde a leitura de "Colônia Cecília", por sugestão da professora de português. No romance, o amor livre não parece muito inspirador. O idealista Giovanni Rossi sofre suas dores de corno quando a esposa avisa que tem um interessado em colocar a ideia em prática. Mas o princípio me encantou: afinal de contas, por que não? Por que não estabelecer um acordo de liberdade mútua, com negociações claras e civilizadas nas variações de oferta e demanda? Ainda virgem em meu dia-a-dia de escola, casa e televisão, o amor livre parecia certamente mais elegante que adultos em crises de choro, bebedeira e barracos monumentais, aos berros no telefone e nas madrugadas.

Wednesday, December 12, 2012

VA Convida: Não-relação (C.F)


créditos: Ray - We Heart It
Quando fui convidada para escrever por aqui e sendo leitora assídua do blog, pensei logo na trilha sonora do meu post.

O problema é que a música ainda não foi inventada. Na verdade, podia ser uma mistura de músicas melosas de amor, outras tantas que nos fazem caminhar pela rua desfilando como se estivesse sendo observado por câmeras para um filme e, finalmente, músicas de desamor.

Talvez seja apenas uma longa fase. Alguns chamam de não comprometimento, de fuga, de egoísmo. Eu chamo apenas de não relação. E o que posso fazer se gosto de viver inícios? Talvez, um dia me canse e viva novamente algo com início, meio e fim (ou sem fim. Afinal, não se entra numa relação se não se acredita no pra sempre), mas por enquanto, o início é o que me interessa.

Wednesday, December 5, 2012

VA Convida: Ode ao ronco (F.S)

Sou desses que faz terapia. Na última sessão, meu terapeuta disse que tenho essa característica de aprofundar um simples fato ou ato cotidiano. Isso não necessariamente é ruim, desde que eu use ao meu favor, claro. Mas parece que isso é mais meu do que eu sabia. Agora eu sei. E concordo. Eu gosto disso. O que me leva a querer dissecar uma constatação ordinária.

Ontem eu ronquei. E aconteceu a percepção do ronco. A moça que dividiu comigo algumas cervejas, bom papo e minha cama, disse: você ronca. Não foi uma informação nova, mas certamente não é algo que penso todos os dias antes de dormir: vou roncar. E quando o outro diz isso sobre mim, em voz alta, ainda que seja uma brincadeira, abre um caminho para pensar no que implica essa percepção.

Wednesday, November 21, 2012

O que me encanta...

Hoje uma amiga pediu para eu escrever um texto como se estivesse descrevendo-a para alguém. Inicialmente achei que era uma cilada, estilo aquelas perguntas: você acha que eu sou bonita ou inteligente?

Mesmo temendo a cilada acabei topando o desafio e foi muito bom, porque me lembrei o que me encanta e me encantou nas pessoas pelas quais me apaixonei até hoje: a escrita.

Ok, todo mundo gosta de cartas de amor, mas além das cartas de amor eu gosto de conversas por escrito, papos leves que começam do nada e rendem milhares de e-mails ou cartas. É legal alguém ficar falando e escrevendo que te ama, mas só isso é pouco demais, me encanta receber uma mensagem ou e-mail sobre uma situação que aconteceu, como se fosse um bate-papo de elevador mesmo, é delicioso ver este despretensioso papo escrito crescer e envolver citações de livros, músicas, memórias de infância, sabores e texturas.

Tem gente que tem tara por barba, por salto, por nuca e eu tenho tara por uma boa escrita, ainda mais porque sei que ela vem acompanhada de muito conteúdo e até mesmo se desentender é mais interessante com quem sabe argumentar direito.

Precisei deste pedido de hoje para perceber isto, mas quem leu os relatos dos meus primeiros amores deve ter percebido isto logo de cara, toda história sempre mencionava a troca de e-mails e até cartas, mesmo já na era digital.

Foi por escrito que fiz e recebi as melhores confissões e declarações, infelizmente também foi por escrito que fiz vários términos definitivos. O conforto de escrever é o de poder desenvolver uma linha de pensamento sem ser interrompida, principalmente em uma conversa de mulheres onde é quase impossível manter uma única linha de pensamento do início ao fim, chegando a nem termos mais certeza do que estava sendo discutido.

Então ao escrever eu posso ser apenas eu para o outro e quando o outro me escreve ou responde, é apenas ele para mim...

Wednesday, October 31, 2012

Clima Primavera-Verão...

Sei que aqui no blog eu tendo a falar mais sobre o amor, as coisas românticas e outras coisinhas mais suaves, deixando para a Thais toda a parte mais selvagem e emocionante do vadio amor. Porém, enquanto estava pensando sobre o que escrever esta semana, não conseguia pensar em outra coisa a não ser: sexo X calor.

É popularmente comprovado que no calor as pessoas ficam mais sexuais/sensuais, pode ser a mudança das vestimentas ou a eterna vontade de arrancar a roupa em qualquer lugar que você esteja para desfrutar de alguma brisa que esteja passando por acaso. Outro fator que incentiva essa volúpia é o álcool, a cerveja gelada que desce suave em grandes doses e a gente nem se dá conta do quão bêbados estamos...

Ah, claro, tem também a facilidade de ficar sem roupa mesmo que não esteja fazendo efetivamente alguma coisa, porque convenhamos, no frio assim que acaba qualquer enlace imediatamente sentimos aquele ar gélido e corremos para nos cobrir ou vestir a roupa... tem também a questão do banho, tomar banho junto no inverno é desumano, todo mundo lutando por um lugarzinho embaixo da água quente, mas no calor não, a água fica lá quase que esquecida e o pessoal vai se deliciar com outras coisas dentro do box.

Claro que tem a parte ruim, pelo menos para mim, eu não sou destas malucas por álcool gel e extermínio de impurezas, porém o gosto salgado do suor não me agrada muito e aí acaba entrando um item a mais antes de qualquer diversão: o banho. Neste caso acho legal o banho individual, para que as pessoas possam fazer sua higiene corretamente, porque não vem que não tem, banho acompanhado é pura enrolação, as pessoas ficam se ensaboando cenograficamente...rs

Mas sinceramente? O clima primavera-verão é tão empolgante que dá para abrir exceções, mas continuo amando o inverno, pois pelos arrepiados também dão um frisson...rs

E você, prefere Primavera-Verão ou Outono-Inverno?

Wednesday, October 24, 2012

Mentiras sinceras


Certa vez assisti um filme que chamava Mentiras Sinceras, o filme em si não era nada de mais, mas o nome me encantou bastante, achei que tinha muito a ver com a realidade das relações. Nunca esqueço do nome porque vez ou outra alguém fala sobre isso ou eu vejo situações deste tipo, inclusive tenho uma amiga que usa uma frase que acho ótima: Mentiras sinceras me interessam.

Aí pergunto para vocês: quem nunca disse uma mentira sincera ou escutou uma mentira sincera?

É algo quase automático, sempre contamos mentirinhas sinceras, das mais bestas até as mais sérias. Para mim uma mentira sincera é algo que você gostaria que fosse verdade ou pelo menos se esforça para que seja. As mais clássicas incluem "vou te amar para sempre", "nunca vou te abandonar", "você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida" e coisas nesta linha, as mais graves incluem traições não reveladas, desculpas para fugir da companhia do ser amado e simular que o amor ainda não acabou.

Sou adepta do sincericídio, principalmente nas relações amorosas, mas é impossível não praticar uma mentira sincera, nem que seja na escolha do que você vai comer na companhia do seu namorado ou para qual lugar vocês vão sair. Sim, isto mesmo, ao fazer algo para agradar o outro também podemos considerar isso como uma mentira sincera, algo que você faz ou diz para deixar o outro feliz e realmente queria que fosse verdade, porque assim vocês seriam realmente feitos um para o outro.

O pior é escutarmos estas mentiras sinceras e acreditarmos, porque também queremos viver esse sonho, porque todo mundo quer viver um conto de fadas...

E como sempre o bendito conceito de mentira sincera me persegue, encontrei uma matéria que falava sobre os signos e as mentiras que usavam para conquistar ou nos relacionamentos, não concordei muito com o meu, mas é uma boa matéria para comentar nos momentos de descontração, leia aqui.

Wednesday, October 17, 2012

Tão certo quanto 2+2=3, aprendendo na prática

Estou no ritmo de rever amigos antes de fazer um longo recesso e por isso ando aproveitando qualquer oportunidade para reunir os amados que não vejo faz tempo. Esta segunda foi um dia destes, tudo por acaso e tudo acabou caindo como uma luva, consegui ver na prática uma mente masculina auxiliar uma mulher a virar o jogo.
A maioria das mulheres (e homens sensíveis) tem mania de responder as mensagens (SMS, whatsapp e qualquer outra coisa) com uma redação, querendo falar tudo que se passa na bagunça do seu cérebro.

Fizemos um experimento prático neste encontro: o casal estava brigado e sem se falar a uns dias, eis que de repente chega aquela mensagem de manutenção¹, instintivamente a fêmea ia responder com dez linhas, explicando tudo que estava remoendo durante estes dias de silêncio e ausência, mas o orientador macho falou que isto não dava certo, que ela devia responder exatamente o que foi perguntado e nunca tinha pensado como é fácil responder a maioria das perguntas com apenas uma palavra.

Logo que recebeu a primeira resposta fria e seca, o outro lado respondeu com uma mensagem consideravelmente maior e assim se sucedeu, toda vez que recebia uma resposta monossilábica ou outro respondia com mensagens gigantescas, querendo cada vez mais se aprofundar no assunto que a outra teimava em não discutir. O mais importante do experimento é que o homem envolvido não é destes sentimentais, é um homem padrão, destes que evitam discutir a relação e mesmo assim, diante da indiferença nas respostas ele automaticamente entrou na posição do lado que quer conversar, discutir, se acertar.

Foi um teste rápido e em poucos segundos a situação se inverteu, foi surreal, eu encarei isso como a máxima de que quanto mais desinteressada a pessoa está mais interessante ela fica, porém nosso orientador disse que o segredo não é este, mas sim o controle da sua expectativa.

Se você tem uma expectativa e recebe outra coisa, o instinto faz com que você queria investigar aquilo, descobrir a explicação para aquela mudança e aí que podemos explicar porque o macho envolvido neste experimento começou a se alongar tanto nas mensagens, ele esperava um comportamento dela, recebeu outro e ficou "curioso" para saber o que motivou esta mudança, é bem possível que depois da descoberta feita ele voltasse a se comportar como antes.

Generalizando, os homens esperam que as mulheres sejam grudentas e sedentas por relacionamentos sérios, quando encontram uma mulher que não quer compromisso e essa expectativa é quebrada, ele começa a querer descobrir o motivo disto, então fica em cima, tenta convencê-la a namorar com ele e etc, mas assim que ela aceitar ou ele descobrir o "problema" não é ele, com certeza partirá para outra.

Wednesday, October 10, 2012

Experiências de amor próprio...

"Um homem que ama a si mesmo respeita a si mesmo e um homem que ama e respeita a si próprio respeita os outros também, porque ele sabe, ‘Assim como eu sou, os outros também são. Assim como gosto do amor, respeito, dignidade, os outros também gostam’.", palavras de Osho (www.osho.com).

Para quem não sabe ontem foi meu aniversário, tenho mais ilusões com a virada do ano do que com os aniversários, porém fazer aniversário é também iniciar um novo ano (astral ou biológico) e posso afirmar que este é um dos aniversários mais incomuns que eu já passei. Apesar de todos os convites, oferecimentos e incentivos dos amigos, resolvi passar o dia sem comemoração e praticamente sozinha, uma busca pela minha companhia.

Falo aqui semanalmente sobre o amor e na vida pessoal é um assunto diário, são várias análises e teses sobre o motivo que levou fulano a fazer isso, o porque do outro ficar cozinhando em banho-maria e blábláblá. A gente sempre querendo entender a cabeça do outro e não a nossa, na verdade temos que pensar no porque a gente ocupa este lugar, o motivo pelo qual deixamos que a coisa chegue neste ponto. 

O nosso amor próprio pode ser um vadio também, pode ser uma mulher de malandro, daquelas que adoram sofrer e se desvalorizar o máximo possível.

Confesso que sempre achei essa coisa de amor próprio meio babaca, sempre acreditei que o amor é algo conjunto, que é "impossível ser feliz sozinho", mas aos trancos e barrancos duas pessoas estão me ensinando que ou eu aprendo logo este bendito de amor próprio de forma radical ou sempre terei estas mesmas reclamações e divagações sobre ter me doado demais, ter saído no prejuízo e outros mimimis. Não é fácil, me pego várias vezes fazendo algo e depois esperando algo em troca, mas aí esfrio a cabeça e penso que fiz porque queria, ao fazer já estava ganhando alguma coisa ou então nem teria mexido um músculo.

No novo ano astral quero tirar essa fama de vadio que meu amor próprio tem, ele tem que se valorizar..rs. Estou com dois mestres ótimos para isso, um que me ensina na teoria e o outro que me ensina na prática, sem dó nem piedade.

Wednesday, September 19, 2012

Predispostos a amar


"O amor precisa da sorte
De um trato certo com o tempo
Pra que o momento do encontro seja pra dois
O exato momento". Exato Momento, Zé Ricardo.
Não sei vocês, mas eu acho possível perceber quando estamos predispostos a nos apaixonar e posteriormente amar alguém, pode parecer algo irracional, incontrolável e natural, mas não é tanto assim, porque existem os indícios: você começa a pensar mais na pessoa, arranja motivos para manter contato, "encontra" coisas na rua que te lembram do outro e muitas outras coisas.

Acho que isso não é completamente irracional e incontrolável quando lembro das pessoas que não se envolvem (os famosos galinhas), em determinado momento da relação com outra pessoa a situação começa a caminhar para uma paixão ou futuro amor e é nesta hora que o "galinha" pula fora e acaba se forçando a ver que todo este encanto pode também ser encontrado em outra pessoa e assim desencanta daquele caso atual antes que ele vire amor.

A diferença está aí, estar disposto ou não a amar, deixar-se envolver pelas sensações gostosas que vivenciamos quando iniciamos um relacionamento com alguém de tal modo que isso vire natural e diariamente fazemos e falamos coisas em busca destas sensações, o que praticamente pode ser considerado uma (boa)rotina.

Quando esse ciclo de falar e fazer coisas para despertar boas sensações é quebrado, deixando de ser rotina, é o momento que não estamos mais dispostos a amar, neste caso sempre acredito que inicialmente esta reação é inconsciente, apenas depois que o amor "acaba" (na verdade apenas morre de fome, por não ser mais alimentado) é que passamos a racionalizar e tentar descobrir quando foi que deixamos de fazer a manutenção daquela relação.

A grande maioria esta predisposto a amar, poucos estão dispostos a continuar, afinal a rapadura é doce, mas não é mole não.


(pre.dis.por)
Dispor(-se) com antecipação; tornar(-se) propício
(dis.pos.to) 
Que tem coragem, energia, disposição para enfrentar dificuldades, tarefas etc.; ARROJADO; VALENTE


Wednesday, September 12, 2012

Stalker, todo mundo já foi ou conhece um

Você é cyberstalker?, clique para descobrir os 10 indícios 
Stalker é um termo inglês que significa, em tradução livre, "o espreitador", "aquele que se esgueira", um caçador à espreita.

Outro dia tivemos uma festinha lá em casa e papo vai, papo vem e acabamos caindo no assunto de sempre: o amor e suas "psicopatias".

Eu confesso que gosto de pesquisar a vida das pessoas intimamente envolvidas comigo, gosto do termo pesquisar porque me faz parecer mais normal, menos neurótica.rs

Só que tenho a vantagem de ter o ascendente em capricórnio, fato que me torna uma controlada, praticamente um militar, então sigo duas regras para lidar com estes meus impulsos: a ignorância é uma dádiva e a lei da ação e reação.

A ignorância é uma dádiva

Isso pode ser usado para qualquer assunto da sua vida, mas uso apenas para casos de falecidos(pessoas com as quais já me envolvi amorosamente). Junto com este dito popular vem também o tradicional "o que os olhos não vêem o coração não sente", por isso bloqueio no Facebook, Twitter e excluo todos os contatos em comum em outras redes onde o bloqueio não é permitido, assim não corro o risco de ficar visualizando aparições desnecessárias.

É algo completamente masoquista, ficar acessando as redes sociais do ex para ver como anda a vida amorosa atual dele, até mesmo porque como diz uma amiga minha, as redes sociais são uma matrix, lá as pessoas colocam só o melhor delas. Quantos casais não estavam fazendo juras de amor em um dia pelo FB e no outro separados?

Então para que ficar se alimentando de informações que em grande parte dos casos são colocadas para as pessoas se convencerem da própria felicidade? Deixa o(a) ex viver o mundo de Alice que escolher e vá viver o seu também!

Ação e reação

Isso é um pouco chato da minha parte, mas costumo dosar minha aproximação com os outros conforme as atitudes da pessoa. Então se alguém me manda SMS ou qualquer outro tipo de contato eu respondo e me sinto autorizada para mandar algo em outro momento qualquer, porém se eu mandar a segunda tentativa de contato e a pessoa não responder, não mando mais nada e fico na minha.

Porém sempre que alguém fala comigo eu respondo, nem que seja para informar que eu não quero falar mais com a pessoa (eu sei, é loucura), é uma questão de respeito, odeio quando as pessoas somem sem informar o motivo, então sempre explico o motivo pelo qual vou deixar de falar com alguém.


Medidas drásticas

Conheço muita gente que "pesquisa" a minha vida e em uma tentativa de ajudar na cura deste vício acabo configurando meus perfis para mostrar o menor número de interação minha e de terceiros para os outros:

- Facebook o que escrevem no meu mural só eu leio, então evita aquele falatório sobre a mensagem que fulana(o) deixou, se estamos saindo ou não e etc.
- Twitter, perfil bloqueado e só entra quem me conhece bem, o resto bloqueio mesmo.
- Whatsapp, para evitar aquele problema sobre que horas eu acessei ou deixei de acessar e também me controlar para não ver o dos outros, tirei a opção de atualização.

E por aí vai, vou assim tentando me policiar para não ficar pesquisando a vida alheia e auxiliando a não pesquisarem a minha. É um controle de danos eterno!

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Matérias interessantes sobre o tema:
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1151130-a-ex-do-meu-noivo-faz-da-minha-vida-um-inferno-afirma-fotografa.shtml


Wednesday, August 29, 2012

Trago seu amor em 7 dias, nem que seja na porrada

(minhas três filhas me ajudaram com este post, uma deu a ideia e as outras procuraram os anúncios. meninas de ouro! Obrigada!)

Quem nunca recebeu ou viu algum anúncio do tipo na rua? Eu confesso que gosto sim de saber meu "futuro" no mapa astral, no baralho cigano, nos búzios, na borra de café e qualquer outro lugar, mas acho meio inocente, para não dizer arriscado, querer trazer alguém de volta fazendo uma macumba ou mais politicamente correto, um trabalho espiritual.

Além dos preços exorbitantes que são estes serviços, ainda ficamos sabendo que eles tem a validade de 7 anos. Imagina só, você paga uns bons milheiros de reais e só vai ter a pessoa por 7 anos e nem é garantido a felicidade plena durante estes anos, pois a promessa é trazer de volta e não garantir felicidade.

Curiosamente alguns profissionais da área vão além e prometem mais do que a felicidade, prometem trazer seu amor de volta, "manso, doce e apaixonado". Gostaria de conhecer a SENSITIVA ALYNE, profissional acima das expectativas e que cobra apenas R$ 20,00 a consulta, só faltou ela prometer aumentar as curtidas dos posts no Facebook.

Sou muito orgulhosa neste sentido, não quero de volta alguém que não me quis mais, não desta forma manipulada. Se a pessoa quiser voltar, será porque foi viver a vida com outras pessoas e diante de toda a experiência analisou e descobriu que na verdade gostava mesmo de mim e que me queria de volta e aí ela é quem teria que me provar e me fazer ter confiança de que este amor mereceria uma segunda chance.

Até mesmo porque acho que o amor é mais gostoso quando é correspondido, porém não é sempre que isto pode acontecer e nós precisamos ser maduros o suficiente para lidar com isto. Por isso nunca pensei em apelar para nenhum tipo de trabalho destes e confesso que nem coragem de ter aquela "conversa" com Deus para trazer a pessoa de volta eu tenho coragem de fazer, no máximo eu peço para parar de sofrer, me fazer esquecer rápido e com resignação. Sempre funciona e dura mais que 7 anos, com a vantagem de deixar as portas abertas para viver novos e melhores amores!

E você, já fez ou pensou em fazer algum trabalho espiritual para trazer seu amor de volta? Conta para a gente, conta vai...

Wednesday, July 25, 2012

Amores notáveis

(trilha sonora do post: Que pena, Jorge Ben Jor - http://www.youtube.com/watch?v=DhnzrlFWLUY)

Um relacionamento intenso e não exclusivo com duração de três meses pode ser considerado amor ou apenas paixão?

Tem disso né, sempre que a coisa é rápida tendemos a achar que não foi amor, porque se fosse amor durava mais tempo ou não acabava. Esse "namoro" eu considero que foi amor, na verdade eu sou uma pessoa passional e quando me envolvo com alguém sempre acho que será para sempre, mas neste caso foi diferente, já me envolvi sabendo que deveria ter um fim. Acham que sofri menos quando acabou só porque já sabia que teria um fim rápido?

Sofri demais, chorei demais, era uma coisa que já fazia parte de mim e era tão gostoso, eu me sentia tão bem, foi quase uma rehab, perder aquela dose diária de carinho, cuidados e tudo que se pode ter de leve em um relacionamento e voltar novamente para a realidade dura, seca e sem entorpecentes de vida real e rotineira não foi (é) fácil.

Pensando nesta situação acabo entendendo os viciados. Não tem sentido parar de consumir uma coisa que faz você se sentir tão bem, tão realizado, mesmo que seja apenas durante algumas horas ou algumas tardes e voltar para o mundo preto e branco, das emoções silenciosas e monótonas.

Hoje em dia não largaria um "vício" destes, a vida é muito efêmera para ser desperdiçada com preocupações sociais, algumas trocas não compensam e essa com certeza não compensou, mas infelizmente passou.

Este sim foi um Vadio Amor!

Friday, July 13, 2012

O amor vadiando...

O amor é tão vadio, mas tão vadio que ele SEMPRE faz aquilo que você menos espera. SEMPRE.

Porque é a função dele, né?

Em um momento você está lá, indo encontrar uma pessoa única e exclusivamente para transar, conclui a tarefa, conversa um pouco enquanto descansam (praxe total) e vai embora.

No outro, está conversando com alguém no bar, rindo, vai embora papeando, caminhando pela cidade à noite (quando tudo fica mais bonito), se entregando ao romantismo, querendo fazer tudo direitinho e volta pra casa depois de um beijo incrível (e apenas isso).

Com a primeira pessoa, você começa a papear despretenciosamente, mas com freqüência, e com a segunda pessoa, sai mais uma vez pra mais um dia apaixonante.

O que o amor faz?

Faz a primeira pessoa se interessar por você, você se interessar pela segunda pessoa e a segunda pessoa, só deus sabe o que se passa pela cacholinha dela.

Aí você fica completamente enlouquecida, curtindo a primeira pessoa porque é super legal, mas apaixonada pela segunda porque a situação foi toda cinematograficamente perfeita.

Aaaaaaaaasefu…… >:( Vou lá comer um chocolate.

Friday, July 6, 2012

Not meant to be

Quando o amor tá mesmo afim de te sacanear é complicado.

Conheci esse cara numa época tranquila da minha vida. Tudo estava bem pra mim e eu não estava preocupada com nada.

Nos conhecemos sem nada de especial também. Participamos de um projeto juntos na empresa onde eu trabalhava e fizemos algumas reuniões e nos falamos algumas vezes ao longo do projeto. Tudo sempre muito profissional e sem que nada fora do comum fosse sequer insinuado. Pra ser bem sincera, estava numa fase tão zen que nem o notei de qualquer forma especial.

O projeto acabou e tudo o que restou foi o contato dele no meu comunicador corporativo.

Um belo dia, fui confirmar uma coisa qualquer com um colega de trabalho e quando fui clicar no nome dele no comunicador alguém ficou online ou offline (doesn't matter) e acabei clicando no nome dele. Nem percebi, escrevi a mensagem e enviei (sou mestre nesse tipo de coisa). Só percebi quando ele respondeu com risos na janelinha. Pedi desculpas e ele veio todo com aquele papo de "Imagina! Pode errar mais vezes…". Rimos e passou.

Passou mais ou menos… porque depois disso começamos com "bom dias" e conversas de dia-a-dia… nada importante, mas bem freqüente. Nessa época eu estava comprometida e ele também. A conversa começou a evoluir pra uma coisa mais complicada e paramos de nos falar abruptamente. Foi melhor assim.

O tempo passou e confesso que acabei me esquecendo dele. Até que um belo dia, quando já estava sozinha novamente, vi um comentário dele na Internet que achei estranho e sei lá o que me deu que resolvi perguntar se estava tudo bem.

E foi aí que a parte punk da coisa toda começou! Ele disse que estava terminando o relacionamento também. Conversamos um pouco e resolvemos nos encontrar pra beber alguma coisa e conversarmos pessoalmente e não demorou nadinha! Na mesma semana estávamos sentados na mesa do bar enchendo a cara e falando de nossos relacionamentos desastrosamente encerrados.

A coisa foi surreal. As histórias eram muito parecidas, só que um de cada lado da moeda. Acho que por isso bebemos tanto. Analisando friamente a noite foi uma porcaria. hahaha. Terminamos comigo mega bêbada (ele eu não sei… não consigo me lembrar, ou não estava em condições de avaliar) e a gente se beijando no carro dele. Eu não prestava pra mais nada, então achei melhor ir pra casa. Ele foi embora e ficamos de nos falar outra hora.

Acordei no dia seguinte com a maior ressaca, mas feliz, pensando que a gente ia acertar os ponteiros agora. Pra minha surpresa, ele se afastou outra vez deixando bem claro que não queria se envolver comigo por causa da forma como nossos relacionamentos terminaram (não vou entrar em detalhes aqui…).

Durante algum tempo tentei reverter a situação mas ele continuou irredutível. Se recusava até a me ver. Acabei achando melhor deixar ele no canto dele. Na esperança de ele resolver voltar atrás, mas sabendo que é provável que não aconteça.

Penso nele com bastante freqüência e devo confessar que, de vez em quando, dava uma xeretada em como estava a vida dele, mas parei com isso. Estava me fazendo meio mal. Nos dias que me dá muita vontade de olhar, como um chocolate. hahaha

Acabou que agora ele tá lá, levando a vida dele, sei lá como e eu to aqui, "living like there's nothing to loose". E é bem provável que continue com esse sentimento de "unfinished business" pra sempre, o que vai me fazer dar aquela travadinha sempre que nos encontrarmos e passar por aqueles segundos de constrangimento e ressentimento, mas é a vida, né?

O mais engraçado é que não dá pra entender essa minha obsessão por ele. Na real, a gente mal se conhece. É o amor, sendo um vadio, e fazendo eu me apaixonar pelo cara que simplesmente não foi feito pra ficar comigo.

O bom é que tem uma chance de eu já estar me curando dessa vadiagem do amor. Na verdade, meu coraçãozinho é um vadio nato e já está se entregando pra uma nova aventura. Vai que dessa vez…….. né? :)

Esse foi um dos posts mais difíceis de escrever até agora. Vou publicar logo antes que desista mais uma vez (sim, já escrevi e apaguei esse post um bilhão de vezes, mas parece que agora ele tá mais ou menos do jeito que eu queria que ele ficasse). Eu sei que ele tá meio deprê, mas vamos focar no fato de que talvez eu esteja me reapaixonando. ;)

É... estou num período confuso...