Eu amo Guns N’ Roses. Não é de hoje e não é novidade pra quem me conhece. O amor começou em 1989, com a novela “Que Rei Sou Eu”. Meus pais gostavam porque era uma novela divertida e com aquelas alfinetadas políticas que a galera adorava na época da Ditadura, mas eu gostava porque ficava ansiosíssima esperando ouvir um pedacinho de Patience na trilha sonora!
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Monday, October 23, 2017
Wednesday, May 31, 2017
Fases das Músicas de Amor
É engraçado como as músicas de amor mexem com a gente, né? Mesmo aquelas em outros idiomas que, às vezes, nem entendemos, tem sempre aquela melodia, ou aquele tom na voz do cantor que deixa a gente derretido...
Bem, pra mim depende muito da “fase do amor” em que estou. Quando estou apaixonada fico tão fora do ar que até os semáforos parecem estar todos abertos para mim e nessa fase as músicas de amor fazem até o formato das minhas pupilas virarem corações.
Bem, pra mim depende muito da “fase do amor” em que estou. Quando estou apaixonada fico tão fora do ar que até os semáforos parecem estar todos abertos para mim e nessa fase as músicas de amor fazem até o formato das minhas pupilas virarem corações.
Thursday, November 5, 2015
Para quem dedicarei as canções de amor
Hoje estava escutando uma música da Norah Jones (era Come Away With Me), comecei a prestar atenção na letra e me toquei que não pensei em ninguém enquanto ouvia/entendia tudo que estava sendo declarado/pedido/confessado. Não pensei em ninguém, nenhum amor passado, nenhum amor presente...
Normalmente quando escutamos uma música romântica pensamos em alguém que gostamos/amamos, se a música é de reconciliação a gente lembra de algum amor que não vingou, mas queríamos que tivesse durado ou se a música é de declaração a gente pensa no amor atual (estando junto ou não); mas foi isto, escutei a música e não pensei em ninguém.
Normalmente quando escutamos uma música romântica pensamos em alguém que gostamos/amamos, se a música é de reconciliação a gente lembra de algum amor que não vingou, mas queríamos que tivesse durado ou se a música é de declaração a gente pensa no amor atual (estando junto ou não); mas foi isto, escutei a música e não pensei em ninguém.
Friday, September 6, 2013
Lembrar de esquecer
Lembrei de você hoje. Lembrei de como foi legal o primeiro beijo, super previsível mesmo que a gente estivesse fazendo de conta que não. O jeito que você sorriu pra mim na hora… aquele sorriso do tipo "vem cá e me beija logo". :)
Friday, July 12, 2013
A playlist da minha vida
Sempre dei muita importância pra música na minha vida. Quando eu era criança ouvia muita música clássica e aquelas coisas da Alfa FM (os clássicos por parte do meu pai e os flash backs por causa da minha mãe).
Músicas que me acompanham até hoje. Ainda tenho umas playlists no meu celular com os dois gêneros pra ouvir quando dá aquela vontade repentina. Mas isso é herança dos meus pais no meu gosto musical, herança muito boa, mas é a minha parte que "é um pedaço deles".
Músicas que me acompanham até hoje. Ainda tenho umas playlists no meu celular com os dois gêneros pra ouvir quando dá aquela vontade repentina. Mas isso é herança dos meus pais no meu gosto musical, herança muito boa, mas é a minha parte que "é um pedaço deles".
Friday, March 22, 2013
Ah... os traumas do Amor...
Sou apaixonada por Sampa. Já ouvi que uma pessoa que declara seu amor por uma cidade como São Paulo está mesmo fadada ao sofrimento, mas continuo amando a minha queria Sampinha, que sempre cuidou tão bem de mim, mesmo quando eu estava aos cacos, andando por suas ruas em noites frias e chuvosas. :)
Mas o Amor é sempre um vadio tão cruel com a gente que consegue marcar lugares de formas que nunca mais superamos...
Sampa é cheia de lugares que me lembram pessoas que foram muito mais cruéis comigo do que a cidade. Aquele restaurante onde tive que ir para o banheiro chorar por causa de uma frase desnecessária vinda de quem eu amava, aquela padaria onde fui rejeitada por um amor, aquela estação de metro onde fui deixada para trás, aquela esquina onde ele me beijou pela primeira vez, aquele bar onde a gente riu juntos durante toda uma noite e tantos outros lugares e situações.........
Mas nesta semana me toquei de uma coisa importante. Na verdade não envolveu apenas lugares, envolveu música também. Vou tentar explicar...
Tem um lugar em Sampa que frequento e que me identifico muito. Cheguei neste lugar por intermédio de um amigo mas depois descobri que é território de um dos meus Vadios Amores. Como nunca o encontrei por lá, tudo estava bem... a impressão que dava era de um Universo Paralelo. Cada um ia lá num tempo diferente e tudo funcionava. Até que o dia de nos encontrarmos por lá chegou. Eu já me sentia muito à vontade no lugar, mas ver o indivíduo por lá, obviamente mais confortável que eu já que o território era dele há muito mais tempo do que meu, foi traumático.
Não gostei de me sentir desconfortável daquela forma, mas também não foi traumático o suficiente para fazer com que eu desenvolvesse aversão pelo lugar. Na verdade, nada mudou muito, só decidi tomar mais cuidado ao decidir os horários das minhas visitas para que o encontro não voltasse a acontecer.
Ontem, voltando pra casa, estava no ônibus, ouvindo minha playlist preferida, quando começou a tocar uma música dessas marcadas por lágrimas. É a música que ouvi logo depois de tomar a última bota, mas......... também é a música que estava tocando na primeira vez que mexi no motor do meu carro sozinha. Quando rolou o lance com o carro eu pensei "Nossa! Que ótimo! Agora vou lembrar do Damien quando ouvir essa música! Ela nunca mais vai me lembrar o outro lá..." mas é claro que não foi o que aconteceu. Agora, cada vez que ouço a música me lembro do cara e do carro. hahaha
Mas parei pra pensar melhor e a análise começou a me levar para uma conclusão mais leve...
Quando passo pelos lugares ou ouço as músicas traumáticas não me sinto necessariamente mal. Pelo contrário, me sinto feliz por lembrar das pessoas, mesmo que saiba que as pessoas me magoaram tenho carinho por todos que fizeram com que eu me apaixonasse. Afinal de contas, se me apaixonei foi porque alguma coisa o cara tinha de especial pra mim e resgatar ESTA lembrança me faz bem, tão bem que me faz sorrir, sempre.
É aquela velha história.... as coisas ruins são muito mais intensas pra nós do que as coisas boas... já discuti sobre isso por aqui... Mas alguma coisa em mim (talvez o meu otimismo natural) faz com que meu subconsciente resgate as coisas boas mesmo que as ruins venham primeiro à cabeça.
Ainda bem que sou assim. Não gosto de eliminar possibilidades da minha vida. Não quero ter coisas mas quero todas as experiências que posso ter. Quero acumular todos os sentimentos que posso ter, bons e ruins, e quero que todas as lembranças continuem na minha memória, além de acumular novas memórias. Frequentar cada pedacinho que gosto de São Paulo ouvindo minhas músicas preferidas é uma forma de manter as lembranças e acumular novas situações então que assim seja.
Faça-me sentir, mesmo que eu chore. :)
Friday, February 1, 2013
Declarações de amor
Certa noite, estava eu, aninhada nos doces braços de um provável cafajeste, quando começou a tocar uma música do Smiths.
Não era qualquer música do Smiths... era There's a Light That Never Goes Out.
Não gosto de receber flores, ou presentes em geral, não sou chegada a poemas ou longas cartas de amor.... Sou uma pessoa musical e, para mim, essa música é a mais bela declaração de amor de todos os tempos.
Quem me conhece, um tiquinho que seja, sabe que amo exageros. Repito as coisas duas ou três vezes, tipo "oi oi", "bjo bjo", "ok ok", e essas coisas... Adoro números gigantescos, tipo "um bilhão de vezes", "atravessei a rua um quadrilhão de vezes", "isso ta pesando 300 mil kilos" e talz... E acho que esse é o maior motivo pelo qual acho a declaração dessa música tão especial.
É lindíssimo! Se alguém me dissesse que morrer ao meu lado é uma forma celestial de morrer eu cairia durinha na mesma hora! Não consigo pensar em nada que deixe mais claro o tamanho do amor expresso nessa estrofe!
Curiosamente, este caso específico segue outro dos meus padrões: achar que coisas "ruins" são mais intensas do que coisas "boas". Talvez a razão maior pra eu achar essa declaração de amor tão perfeita seja porque envolve uma coisa ruim - a morte - e assim me convence mais do que alguma coisa do tipo "quero passar o resto da minha vida com você", o que também seria agradável de se ouvir, mas não parece ter a mesma intensidade.
Rãm... dormirei pensando nisso esta noite.
Não era qualquer música do Smiths... era There's a Light That Never Goes Out.
Não gosto de receber flores, ou presentes em geral, não sou chegada a poemas ou longas cartas de amor.... Sou uma pessoa musical e, para mim, essa música é a mais bela declaração de amor de todos os tempos.
Quem me conhece, um tiquinho que seja, sabe que amo exageros. Repito as coisas duas ou três vezes, tipo "oi oi", "bjo bjo", "ok ok", e essas coisas... Adoro números gigantescos, tipo "um bilhão de vezes", "atravessei a rua um quadrilhão de vezes", "isso ta pesando 300 mil kilos" e talz... E acho que esse é o maior motivo pelo qual acho a declaração dessa música tão especial.
E se um ônibus de dois andares bater em nós
Morrer ao seu lado é uma forma tão divina de morrer
E se um caminhão de 10 toneladas matar nós dois
Morrer ao seu lado
O prazer e o privilégio são meus
É lindíssimo! Se alguém me dissesse que morrer ao meu lado é uma forma celestial de morrer eu cairia durinha na mesma hora! Não consigo pensar em nada que deixe mais claro o tamanho do amor expresso nessa estrofe!
Curiosamente, este caso específico segue outro dos meus padrões: achar que coisas "ruins" são mais intensas do que coisas "boas". Talvez a razão maior pra eu achar essa declaração de amor tão perfeita seja porque envolve uma coisa ruim - a morte - e assim me convence mais do que alguma coisa do tipo "quero passar o resto da minha vida com você", o que também seria agradável de se ouvir, mas não parece ter a mesma intensidade.
Rãm... dormirei pensando nisso esta noite.
Friday, September 14, 2012
Inspirados pelo Amor (?)
O Amor inspira muitas coisas: contos, livros, músicas, filmes.....
O que a gente gosta é aquele amor dos filmes românticos e dos contos de fadas... Mas a verdade é que as tragédias de amor inspiram de forma muito mais profunda.
Vou dar o exemplo que me ocorreu no banho (é, então... geralmente "escrevo" meus posts durante o banho. hehehe). Estava pensando em músicas de amor e me lembrei de uma que acho extremamente intensa! É uma música do Lou Christie chamada I'm Gonna Get Married. O cara tá tão animado, mas tão animado porque está apaixonado e vai se casar que é contagiante!
Dá uma olhada na tradução (tosca, diga-se de passagem) e perceba a empolgação da pessoa ao cantar.
Mas aí.... essa foi a única música que eu consegui lembrar que fala da parte boa do amor e que é tão marcante... todas as outras que consigo lembrar são sobre desilusões amorosas, fora as do Bon Jovi que são sempre adoráveis, mas não são inteeeeensas.
Essas que são inspiradas nas desilusões amorosas eu consigo lembrar de um monte! Inclusive de cantores especializados no tema! hahaha. Tipo Adele e Matchbox Twenty.
Adele é moda então nem preciso convencer ninguém. Todo mundo sabe que a mina lotou dois álbuns de músicas excelentes onde conta como foi horrível quando o amor da vida dela a abandonou.
Matchbox quase ninguém conhece. Na verdade, Matchbox Twenty é uma banda que gosta quem sente afinidade com as letras e eu sinto afinidade com, sei lá, 99% das músicas. hahaha. Os caras são dramáticos ao falar de amor e as histórias das músicas, quase sempre são sofridas, mesmo quando não são.
Mas enfim... é mais uma prova de que o amor sempre produz coisas mais intensas quando falha do que quando é bem sucedido... Cruel? Talvez... Mas super parece ser verdade.
O que a gente gosta é aquele amor dos filmes românticos e dos contos de fadas... Mas a verdade é que as tragédias de amor inspiram de forma muito mais profunda.
Vou dar o exemplo que me ocorreu no banho (é, então... geralmente "escrevo" meus posts durante o banho. hehehe). Estava pensando em músicas de amor e me lembrei de uma que acho extremamente intensa! É uma música do Lou Christie chamada I'm Gonna Get Married. O cara tá tão animado, mas tão animado porque está apaixonado e vai se casar que é contagiante!
Dá uma olhada na tradução (tosca, diga-se de passagem) e perceba a empolgação da pessoa ao cantar.
Mas aí.... essa foi a única música que eu consegui lembrar que fala da parte boa do amor e que é tão marcante... todas as outras que consigo lembrar são sobre desilusões amorosas, fora as do Bon Jovi que são sempre adoráveis, mas não são inteeeeensas.
Essas que são inspiradas nas desilusões amorosas eu consigo lembrar de um monte! Inclusive de cantores especializados no tema! hahaha. Tipo Adele e Matchbox Twenty.
Adele é moda então nem preciso convencer ninguém. Todo mundo sabe que a mina lotou dois álbuns de músicas excelentes onde conta como foi horrível quando o amor da vida dela a abandonou.
Matchbox quase ninguém conhece. Na verdade, Matchbox Twenty é uma banda que gosta quem sente afinidade com as letras e eu sinto afinidade com, sei lá, 99% das músicas. hahaha. Os caras são dramáticos ao falar de amor e as histórias das músicas, quase sempre são sofridas, mesmo quando não são.
Mas enfim... é mais uma prova de que o amor sempre produz coisas mais intensas quando falha do que quando é bem sucedido... Cruel? Talvez... Mas super parece ser verdade.
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