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Friday, November 3, 2017

Ah, os cheiros e os sabores...

Eu já escrevi sobre como gosto de experimentar pessoas no post “Vários amores, várias memórias”, mas tem coisa que é tão gostoso escrever sobre que o tema não cansa.

Monday, June 12, 2017

Viva o amor no presente!

Hoje o Facebook me lembrou de uma foto que tirei dois anos atrás, naquela foto estavam meus 3 amores da época.

Senti várias coisas ao olhar novamente para aquela foto, claro que o sentimento mais presente de todos foi a saudade e depois aquelas reflexões sobre "e se...".

Wednesday, February 12, 2014

Bom no papel

Vendo um episódio de Sexy and City relembrei da teoria do "bom no papel", que consiste no fato de alguém ter todas as características para ser o homem da sua vida, mas mesmo assim será abandonado logo que o badboy parar na sua porta.

Neste episódio a Carrie resolve ir com as amigas para a praia e chegando lá conhece um médico no estilo "bom no papel", gentil, interessado, bem de vida, inteligente, divertido e blábláblá, aí a Samantha detecta que ele é um cara "bom no papel".

Wednesday, December 25, 2013

Fidelidade ao terceiro

Esta semana é Natal e como sempre ele trouxe de presente aquele pacote de presentes bizarros para a vida, não só para a minha, mas também para outras pessoas amigas e aí entre um café e outro, um filme que faz escorrer uma lágrima aqui e outra acolá, uma mensagem recebida ou a falta dela e a certeza de uma solidão fantasiada de viver sem se compromissar, lembramos de um texto que recebemos no meio do ano e que fez sentido na época e faz sentido agora.

Friday, December 13, 2013

Será que nada me satisfaz ou isso é normal mesmo?

Eu to numa reportagem na revista Quatro Rodas deste mês. O título da matéria é "Mulher de Fases" e conta que eu abandonei minha carreira em tecnologia pra trabalhar com carros.


Aí me peguei pensando nisso e meio que comparando com a minha vida amorosa...

Wednesday, November 6, 2013

Os pássaros e o amor

Quando eu tinha uns 7 ou 8 anos assisti o filme Os pássaros, de Alfred Hitchcock, na Sessão Corujão da Globo, naquela época eu como toda filha caçula era grudada na mãe e por isto acompanhava boa parte do tempo que ela passava trabalhando no quartinho de costura no fundo da casa onde morávamos, estes dias e madrugadas de apego total me renderam um hobby, que é a costura, e o prazer de conhecer filmes clássicos e também grandes músicos.

Isto fez de mim uma criança velha, pois já muito nova minha cabeça se preocupava com coisas que outras crianças nem sequer imaginavam, me acostumei rápido com a responsabilidade do trabalho, adquiri um linguajar com gírias que fazem meus amigos pensarem que tenho mais de 60 anos de idade (rs) e mil outras peculiaridades, mas ontem ao rever depois de mais de 20 anos este mesmo filme, percebi que naquela época felizmente ainda conservava muito de um olhar genuinamente infantil.

Friday, March 22, 2013

Ah... os traumas do Amor...

Sou apaixonada por Sampa. Já ouvi que uma pessoa que declara seu amor por uma cidade como São Paulo está mesmo fadada ao sofrimento, mas continuo amando a minha queria Sampinha, que sempre cuidou tão bem de mim, mesmo quando eu estava aos cacos, andando por suas ruas em noites frias e chuvosas. :)


Mas o Amor é sempre um vadio tão cruel com a gente que consegue marcar lugares de formas que nunca mais superamos...

Sampa é cheia de lugares que me lembram pessoas que foram muito mais cruéis comigo do que a cidade. Aquele restaurante onde tive que ir para o banheiro chorar por causa de uma frase desnecessária vinda de quem eu amava, aquela padaria onde fui rejeitada por um amor, aquela estação de metro onde fui deixada para trás, aquela esquina onde ele me beijou pela primeira vez, aquele bar onde a gente riu juntos durante toda uma noite e tantos outros lugares e situações.........

Mas nesta semana me toquei de uma coisa importante. Na verdade não envolveu apenas lugares, envolveu música também. Vou tentar explicar...

Tem um lugar em Sampa que frequento e que me identifico muito. Cheguei neste lugar por intermédio de um amigo mas depois descobri que é território de um dos meus Vadios Amores. Como nunca o encontrei por lá, tudo estava bem... a impressão que dava era de um Universo Paralelo. Cada um ia lá num tempo diferente e tudo funcionava. Até que o dia de nos encontrarmos por lá chegou. Eu já me sentia muito à vontade no lugar, mas ver o indivíduo por lá, obviamente mais confortável que eu já que o território era dele há muito mais tempo do que meu, foi traumático.

Não gostei de me sentir desconfortável daquela forma, mas também não foi traumático o suficiente para fazer com que eu desenvolvesse aversão pelo lugar. Na verdade, nada mudou muito, só decidi tomar mais cuidado ao decidir os horários das minhas visitas para que o encontro não voltasse a acontecer.

Ontem, voltando pra casa, estava no ônibus, ouvindo minha playlist preferida, quando começou a tocar uma música dessas marcadas por lágrimas. É a música que ouvi logo depois de tomar a última bota, mas......... também é a música que estava tocando na primeira vez que mexi no motor do meu carro sozinha. Quando rolou o lance com o carro eu pensei "Nossa! Que ótimo! Agora vou lembrar do Damien quando ouvir essa música! Ela nunca mais vai me lembrar o outro lá..." mas é claro que não foi o que aconteceu. Agora, cada vez que ouço a música me lembro do cara e do carro. hahaha

Mas parei pra pensar melhor e a análise começou a me levar para uma conclusão mais leve...

Quando passo pelos lugares ou ouço as músicas traumáticas não me sinto necessariamente mal. Pelo contrário, me sinto feliz por lembrar das pessoas, mesmo que saiba que as pessoas me magoaram tenho carinho por todos que fizeram com que eu me apaixonasse. Afinal de contas, se me apaixonei foi porque alguma coisa o cara tinha de especial pra mim e resgatar ESTA lembrança me faz bem, tão bem que me faz sorrir, sempre.

É aquela velha história.... as coisas ruins são muito mais intensas pra nós do que as coisas boas... já discuti sobre isso por aqui... Mas alguma coisa em mim (talvez o meu otimismo natural) faz com que meu subconsciente resgate as coisas boas mesmo que as ruins venham primeiro à cabeça.

Ainda bem que sou assim. Não gosto de eliminar possibilidades da minha vida. Não quero ter coisas mas quero todas as experiências que posso ter. Quero acumular todos os sentimentos que posso ter, bons e ruins, e quero que todas as lembranças continuem na minha memória, além de acumular novas memórias. Frequentar cada pedacinho que gosto de São Paulo ouvindo minhas músicas preferidas é uma forma de manter as lembranças e acumular novas situações então que assim seja.

Faça-me sentir, mesmo que eu chore. :)

Wednesday, December 26, 2012

VA Convida: Balancete amoroso (Belise Mofeoli)

A primeira vez em que eu soube que alguém gostava de mim, se não me engano, eu estava na quinta série e o “Romeu” da vez era o A.. Ele não constava na lista dos caras mais bonitos ou populares da sala, mas era, sem discussão, fofo! No duplo sentido da palavra. Levemente gordinho, e de uma doçura ímpar. E inteligente. Não sei se foi verdade, se ele gostava de mim ou não. Nunca perguntei. (Tímida!) Mas o fato de saber que alguém podia mesmo estar interessado em quem eu era, me fez sentir esquisita... vaidosa. A. não foi meu namoradinho de infância.

Alguns anos depois, em outra escola, todas as meninas da sala suspiravam pelo menino alto de bochechas vermelhíssimas, exceto eu. Pensava que, se era mesmo preciso eleger alguém interessante, por que não aquele que tirava ótimas notas, que tinha nariz imenso, e nome de astro do rock? Não, nunca fui a fim dele. Mas poderia de ter sido. Um adolescente educadíssimo! Raridade já naquela época.

Friday, November 23, 2012

Ah, as redes sociais....






Dia desses a irmã do meu Terceiro Amor me adicionou no Facebook. Aceitei a requisição de bate-pronto. Acho que estava com saudades dela e nem pestanejei pra clicar no Aceitar. Acabou que trocamos uma ou duas mensagens e pronto. Essa foi nossa interação feicebuqueana até agora.


Juro que na hora não me ocorreu que o Terceiro Amor fosse ver que a irmã me adicionou e também querer me adicionar. Sei lá. Ele sempre foi meio alheio à tecnologia... enfim...

Diferente do meu Quarto Amor, que me adicionou no Facebook logo que criei minha conta. (só pra constar... acabei de atualizar a página do Face e apareceu um post dele. Certeza que esse cara faz macumba ou sei lá o que. hahaha) Como foi meu amor mais traumático e que sempre teve um estranho domínio sobre mim, aceitei de cara! Nunca falei com ele, mas aceitei de cara! Sei lá o que eu estava/estou/estarei esperando disso... tomara que nada.

Mas então... o Terceiro... Não sei porque, mas ainda não sei o que fazer com o pedido de amizade dele. Não aceitei nem recusei... Tá lá na lista, esperando uma resposta. É estranho demais, porque não tenho nada contra ele, sabe? Mas.... não sei... sensação esquisita... Não consegui decidir ainda se é legal ou não que ele volte a fazer parte da minha vida, nem que seja só lendo minhas atualizações vez ou outra.

Meu Segundo Amor é quase certeza que não tem Face. Nunca mais o vi. Uma pena... gostaria de saber como ele está. Mas é uma curiosidade boba... sempre que penso nisso acho que seria legal saber dele, mas não vejo sentido em perder tempo procurando.

Meu Quinto Amor... vejo uma ou outra coisinha dele de vez em quando no Face. Não somos mais amigos no site, mas também não nos bloqueamos, então, de vez em nunca, quando ele comenta alguma coisa de algum amigo em comum eu ainda vejo. Mas é mega raro.

É... redes sociais são complicadas... Com elas fica difícil esquecer um amor antigo, fica fácil pra amores antigos voltarem a nos "assombrar" (sério... é entre aspas mesmo.. porque uns assombram de verdade e outros só ressurgem, mas não de maneiras ruins. hehehe. nem boas, ou sei lá, enfim... confusas) e também torna possível novos amores. Eu que diga as coisas incríveis que acontecem no Inboxxx do Feicebuque, hahahahaha.

Fooooooooora que as redes sociais fazem a alegria dos Stalkers, né! hahaha. Assunto muito bem tratado pela Li no post Stalker, todo mundo já foi ou conhece um. Já rolou de eu ganhar café da manhã na cama com minhas coisas preferidas no café da manhã por causa de "análises" dos meus posts sobre o assunto no Face. hahaha. Acabou que hoje tenho medo do cara que fez a gentileza mas, na época, pareceu super meigo. (só comigo mesmo)

De qualquer forma, o que ficou mesmo (e resultou neste post) foi a dúvida entre aprovar ou não a solicitação do Terceiro. Sentimentos conflitantes me fazem simplesmente não conseguir decidir entre qual botão apertar. Por hora, segue pendente a requisição e eu, sigo com minha terapia aqui no Vadio Amor. hahaha

Wednesday, September 19, 2012

Predispostos a amar


"O amor precisa da sorte
De um trato certo com o tempo
Pra que o momento do encontro seja pra dois
O exato momento". Exato Momento, Zé Ricardo.
Não sei vocês, mas eu acho possível perceber quando estamos predispostos a nos apaixonar e posteriormente amar alguém, pode parecer algo irracional, incontrolável e natural, mas não é tanto assim, porque existem os indícios: você começa a pensar mais na pessoa, arranja motivos para manter contato, "encontra" coisas na rua que te lembram do outro e muitas outras coisas.

Acho que isso não é completamente irracional e incontrolável quando lembro das pessoas que não se envolvem (os famosos galinhas), em determinado momento da relação com outra pessoa a situação começa a caminhar para uma paixão ou futuro amor e é nesta hora que o "galinha" pula fora e acaba se forçando a ver que todo este encanto pode também ser encontrado em outra pessoa e assim desencanta daquele caso atual antes que ele vire amor.

A diferença está aí, estar disposto ou não a amar, deixar-se envolver pelas sensações gostosas que vivenciamos quando iniciamos um relacionamento com alguém de tal modo que isso vire natural e diariamente fazemos e falamos coisas em busca destas sensações, o que praticamente pode ser considerado uma (boa)rotina.

Quando esse ciclo de falar e fazer coisas para despertar boas sensações é quebrado, deixando de ser rotina, é o momento que não estamos mais dispostos a amar, neste caso sempre acredito que inicialmente esta reação é inconsciente, apenas depois que o amor "acaba" (na verdade apenas morre de fome, por não ser mais alimentado) é que passamos a racionalizar e tentar descobrir quando foi que deixamos de fazer a manutenção daquela relação.

A grande maioria esta predisposto a amar, poucos estão dispostos a continuar, afinal a rapadura é doce, mas não é mole não.


(pre.dis.por)
Dispor(-se) com antecipação; tornar(-se) propício
(dis.pos.to) 
Que tem coragem, energia, disposição para enfrentar dificuldades, tarefas etc.; ARROJADO; VALENTE


Wednesday, August 1, 2012

3 meses, 3 anos

Eu e a Thaís costumamos conversar no final de algumas noites, embaladas por um bom chá e várias descobertas amorosas que fazemos nesta nova jornada.

Noite destas uma situação me fez lembrar uma verdade cruel, a de que o amor (intensidade e sinceridade) parece sempre exclusivo daquela pessoa que está com você, mas não é. Quando pegamos e-mails antigos, bilhetes, relembramos coisas, percebemos que é tudo exatamente igual e não estou generalizando, é a pura verdade, se todo mundo analisar friamente perceberá que repete as mesmas coisas em todos os relacionamentos.

Já foram contadas neste blog várias histórias de amores profundos e intensos de curta duração. Três meses, este é o tempo perfeito para viver um grande amor, para fazermos todas as juras sinceras, proferir todos os nunca e os para sempre, trocar todas as mensagens e ligações melosas possíveis, sonhar com os filhos, cachorros e as festas de final de ano.

Só que quando chegamos nos 3 meses nos iludimos que aquilo é tão bom e perfeito que pode ser estendido por mais tempo e aí temos 3 anos de puro sonho, onde começamos a construir a fundação da futura família, a consolidação do amor e aí depois deste tempo é outra coisa que une os casais e normalmente tudo que rolava naqueles 3 anos e 3 meses vai ficando cada vez mais distante, sendo substituídos por várias lutas e interesses em comum junto, com sexo esporádico e cansaço de trabalho.

Eu já tive um amor de 3 meses que se transformou em 3 anos e se estendeu por mais 7, confesso: não sei o motivo real pelo qual ele se estendeu por mais 7 anos, não dá para passar a receita e nem inventar uma profilaxia.

Já tive um amor de três meses que acabou aí e depois de muitos anos nos reencontramos e depois de vários encontros, sem cunho amoroso/sexual, percebi que não tinha nada a ver com aquela pessoa, na época fazia tanto sentido, era o amor da minha vida, queria passar o resto da minha existência ao lado daquela pessoa. Pensei: Graças a Deus que não levei adiante esse relacionamento!
E não é que a pessoa mudou nestes anos que a gente não se viu, eu é que só enxergava o que me agradava nestes três meses, várias coisas nós nem sequer chegamos a conversar enquanto estávamos juntas nestes três meses. Então foi ótimo ter guardado somente boas lembranças deste amor.

Já vivemos este tipo de sentimento várias vezes e é sempre igual, mas ainda nos surpreendemos/acreditamos, é exatamente o que diz a música da Adele (afe, tenho trauma desta mulher).

Sunday, June 24, 2012

Vários amores, várias memórias

Ahhhh, as vantagens de ter tido vários "amores"! :)

Estou aqui em Paris e já me peguei, por duas vezes, lembrando de "amores" brasileirinhos. :)

A primeira vez foi no metro. Assim que entrei no vagão senti um perfume deliciosamente familiar. Cheiro que ficava empregnado nas minhas roupas e no meu corpo depois daqueles minutinhos intensos, no carro mesmo, e que me deixavam contente o dia todo, respirando forte pra sentir o cheirinho. :)

No metro, quando senti o perfume, foi como se eu tivesse sido teletransportada momentaneamente pro banco de trás do Sandero!!! Fechei os olhos e aproveitei a lembrança até chegar na minha estação de destino. :)

A segunda lembrança veio com uma música. Estava comendo um croissant de chocolate e fuçando na minha câmera digital recém comprada, sentadinha numa cadeira, no Sol, no Jardim de Luxemburgo, e começou a tocar uma música muito especial do Metallica no meu iPod.

Novamente, fechei os olhos e me teletransportei pro Drivein barato onde tinha ouvido a música pela última vez, muito bem acompanhada e feliz da vida depois de..... bem.... depois de ter tido uma hora e meia de ótima "conversa". ;)

Isso tudo sem contar que muitas coisas aqui me lembram demais meu ex-marido, que me trouxe aqui pela primeira vez e a quem serei eternamente grata por isso. Engraçado que estivemos aqui depois de alguns anos de casamento, mas a cidade me faz lembrar dele nos primeiros anos. Talvez porque meu subconsciente prefira trazer à tona as melhores lembranças. :)

Por essas e outras que sou a favor de vários amores. Não tem coisa melhor que lembrar de momentos gostosos com pessoas quando se está em outro mundo. :) Te faz pensar que viveu bem até agora e que sua vida tem pessoas e momentos que vão valer a pena pra sempre.

Oun! Eu sei! O post tá super meigo, né? Mas é porque eu estou mesmo completamente derretida. S2