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Tuesday, March 2, 2021

Paixão pela noite


Eu não funciono pela manhã, nunca funcionei. Quando criança, estudava de manhã e a escola ficava tão longe que eu era a primeira criança que o Tio Jarbas (o motorista do busão da escola) pegava e a última que ele devolvia. Isso me obrigava a acordar mais cedo do que qualquer ser humano merece, especialmente uma criança!

Wednesday, June 3, 2015

Desacelerando

Depois de muito correr, várias vezes sem direção, foi preciso parar.

Na pausa o movimento teimou e surgiu quando o tênis de corrida já estava empoeirado, bem guardado lá no fundo da sapateira. Surgiu um caminho, uma pista.

No início nem cogitou-se caminhar por ela, mas não era preciso treino exaustivo para andar, era tudo tão calmo que dava vontade até de correr.

Wednesday, May 21, 2014

Estranha felicidade

Sou destas que nunca toma decisões, que trabalha baseada na reação do outro lado, sempre mitigando para tentar não sair do lugarzinho quente e agradável que uma relação oferece, mesmo que às vezes apareça uma goteira ou que o aquecimento acabe não sendo tão eficaz.

Friday, May 2, 2014

20 anos de novo

Lá com meus 20 e poucos anos eu trabalhava 12 horas por dia. Não era suave, claro... trabalhar tantas horas por dia nunca é suave, mas eu aguentava bem o tranco. Sempre achei que valia a pena, já que estava conquistando minha vida.

Wednesday, October 2, 2013

Yakubarai


Semana que vem é meu aniversário e falei aqui sobre como o inferno-astral tinha me pegado de jeito, mas na verdade já faz bem uns 3 aniversários que a coisa anda feia, aí como toda viciada em explicações mirabolantes e etéreas fui pesquisar se alguma cultura/coisa no mundo poderia explicar este fenômeno e encontrei algo que fez um pouco de sentido.

Friday, August 30, 2013

Uma hora a gente perde… outra hora… perde também

A vida é feita de escolhas… todo mundo sabe disso. Só acho que a vida podia pegar mais leve vez ou outra.


Friday, July 19, 2013

As pessoas não têm mais tempo para um minuto de silêncio


Essa semana faleceu um jornalista muito importante do mundo automotivo, Marcos Zamponi e uma homenagem foi feita para ele no Auto Show Collection, evento de carros clássicos e tunados que rola toda terça-feira no Anhembi que onde eu trabalho. O Sr. Pagotto, que estava apresentando os carros do desfile disse algumas palavras sobre o amigo e pediu um minuto de silêncio, como é de costume em situações como esta.

No dia seguinte estava eu, no meu banho, lavando o cabelo (banhos longos rendem bons posts por aqui. Hahaha) e pensando neste assunto, quando me peguei meio chateada por não termos mais um minuto de silêncio durante um minuto de verdade.

Friday, June 21, 2013

Épocas de Vacas Magras

Ah... a vida na Esbórnia...

Ela é uma delícia, mas quando entra nos períodos de marasmo a coisa fica feia.

Tuesday, February 26, 2013

Um relacionamento hollywoodiano

Filmes românticos ajudam a refletir sobre o próprio relacionamento - http://goo.gl/sbxap
Lá em casa tem uma frase que vez ou outra aparece e hoje quando vi esta matéria do UOL lembrei na hora:
O povo pensa que a vida deles é um filme de Hollywood!
Gosto de filmes românticos, mas não que só eles nos fazem refletir sobre o próprio relacionamento, até porque esperamos sempre o final feliz  e nem sempre nos relacionamentos reais o fim será este, até mesmo porque os filmes românticos falam de amor verdadeiro (seja lá o que for isto) e talvez você esteja em uma relação que não é preenchida por este item tão raro.

Assisti todos os filmes que indicam na matéria, independente de usá-los para pensar na relação ou não, vale a pena assistir.

Outro dia assisti um filme que não era romântico, era uma ficção científica leve com uma pitada de drama e romance, a história falava sobre clones que eram criados para doar seus órgãos quando atingissem a idade adulta, só que alguns acabavam se apaixonando, formando casais e tendo vontade de continuar a vida e para isto queriam pedir um adiamento do início das transfusões.

Aí fiquei pensando o seguinte, eles tinham toda a liberdade de sair e até mesmo viajar, porém não pensavam em fugir, a única coisa que os prendia era uma pulseira no estilo relógio de ponto que eles tinham que registrar quando voltavam para casa, eles alimentavam a ideia romântica de que as mesmas pessoas que os criaram para morrer dariam um tempo de mais 3 ou 4 anos para que eles pudessem se amar.

No fundo é assim, nós achamos que o amor é capaz de nos propiciar coisas impossíveis e irracionais, pensamos que o amor é capaz de mudar alguém e aí continuamos em um relacionamento mesmo se a pessoa tem alguns defeitos que fazem diferença e em alguns casos a solução podia ser simples como a dos clones, ao invés de pedir o adiamento eles poderiam simplesmente fugir, sem precisar esperar que o amor mudasse/comovesse os seus criadores.

Será que não fazemos isto às vezes, esperamos que o amor "cure" algo que precisa de uma ação efetiva e prática para ter um final feliz?

Wednesday, January 23, 2013

O peso da leveza

Tá, eu sei que está parecendo uma série sobre leveza e que isto pode começar a ficar chato, mas prometo que este será o último com este tema durante um bom tempo.

Desde a semana passada tenho acompanhado, vivenciado e presenciado várias situações onde a exigência da leveza acaba tendo o peso de uma bigorna dentro de um acontecimento, em alguns casos uma bigorna como esta aí da imagem e ela desaba exatamente com a ponta afiada para baixo.
Concordo que o mundo anda muito violento, que as relações são frívolas, que andamos com o alerta ligado para várias coisas e que precisamos levar as coisas com mais leveza, calma, tolerância, tranquilidade ou qualquer outra palavra que você queira usar.

O que ando percebendo é que em alguns casos a exigência da leveza acaba pesando demais, existem situações em que não podemos ser leves e que talvez nem soe de forma adequada sê-lo, um exemplo bem exagerado seria tentar manter a leveza diante da tristeza da morte, não dá para exigir da pessoa que sofre a perda de alguém querido que ela encare a situação com leveza, ela pode enfrentar a situação com calma, mas com leveza é difícil, seria necessário um grau de evolução que quase nenhum ser humano possui.

Sendo menos radical tem os casos que é possível manter a leveza, mas que também podemos colocar o peso sem grande efeitos colaterais  neste bolo eu incluo relacionamentos amorosos, trabalho, amigos, prestadores de serviço, parentes, planejamentos da vida pessoal (regime, exercícios físicos, cuidados pessoais, beleza e etc), entre outros.

Pensando nesta relação leveza versus relacionamento amoroso, ao pensar em um relacionamento extremamente leve eu lembro dos hippies, logo em seguida lembro que vários deles viraram yuppies mercenários depois que abandonaram o movimento. Será que estes que abandonaram eram "leves" realmente ou apenas se forçavam a ser leves?

O problema da leveza nos relacionamentos normalmente costuma ser este, a pessoa é leve, leve, leve e de repente tem um surto quando o outro lado joga uma bigorna, ou o contrário acontece, a pessoa querendo um peso na situação surta com o outro lado levando tudo no "deixa fluir".

Na verdade penso que o mundo ideal deve ser composto de pessoas tão leves que sejam capazes de não serem contaminadas pelo peso da bigorna, porque uma tonelada de algodão pesa o mesmo que uma tonelada de bigornas

Será que assim as relações amorosas durariam mais?

Wednesday, August 22, 2012

Pra Voce Guardei O Amor


Hummm, a Liana tá apaixonada, tá namorando, tá feliz da vida... Outro dia falei daquela máxima dos 3 meses e 3 anos, da gente ter a ilusão de que todo amor é para sempre, repetir as mesmas coisas e blábláblá, mas faz um bem né?

Todo mundo que já passou por uma separação sabe todas as fases que vivemos até voltar a sentir todas as boas emoções de uma paixão com compromisso, porque inicialmente não queremos mais ficar amarrada em ninguém, queremos tirar o atraso dos anos e décadas de monogamia, ir em todas as baladas, enfim, cair na gandaia.

Eu adoro estar acompanhada, fazer surpresas para quem amo, ficar juntinho fazendo manha, sair junto com os amigos, fazer programa de casal, planejar eventos de família. Todo mundo que me conhece superficialmente não tem ideia do quanto sou delicada, amorosa, dedicada, fiel e mil outras coisas (vendendo o meu produto), mas isso até com amigos, não é exclusivo só para namoro não, é exclusivo para quem eu amo.

Depois de relembrar tantos amores, omitir alguns e literalmente não querer lembrar de outros, estou nesta fase em que posso ler como eu me sentia e agia nos relacionamentos anteriores e ver que mudei muito, na verdade não vejo como mudança, mas sim um acréscimo de atitudes interessantes e que estão fazendo toda a diferença.

Coisas boas do começo de relacionamento que adoro: aquele lenga-lenga na hora das despedidas (telefone, gtalk, whatsapp ou SMS), o momento em que você é convencida a ficar ou convence o outro a não ir embora, a alegria de descobrir que o outro prestou atenção em algum detalhe tão sutil e conseguiu te surpreender com algo que você gosta e mil outras coisas...

Enfim, só posso dizer que está gostoso, ainda não passou pelo período de experiência (45 dias + 45 dias), mas acho que este contrato será efetivado sim e com muitas boas recomendações.

E lá vou eu para mais uma experiência de 3 meses prolongável por até 3 anos e com chance de contrato vitalício.

Novo ciclo, novas alegrias = AMOR (ainda assim vadio...rs)

P.s.: Te amo, porque com você é macio!

Wednesday, August 15, 2012

Todas as combinações do amor

Estou em uma fase de decoração, querendo mudar a maquiagem da alvenaria para dar um up na vida cotidiana. Nestas aventuras de baixar app de decoração eu resolvi descobrir qual era a cor da minha bolsa favorita e me surpreendi, era Amor; pedi para o software fazer uma combinação e ele me veio com este resultado: Drama Rústico e Amarelo Fantasia.

GENTE!!!! Até o app da Tintas Coral está conseguindo adivinhar a minha vida, sou completamente previsível, fico pensando porque paguei caro ano passado para a mulher dos búzios, podia ter me consultado no Coral Studio gratuitamente.rs

O curioso é que eu tinha em mente que a cor do Drama era mais fechada, escura, pesada. Sempre que estou passando por uma fase dramática meu mundo fica cinza, fica chumbo. Aí me vem a pergunta: quem dá o nome para estas cores? que tipo de vida sentimental esta pessoa tem? este indivíduo é masoquista ou coisa do tipo?

Drama, drama, drama... meus amigos dizem que sou a Drama Queen, sempre tenho reações exageradas, sou daquelas que se vinga, que guarda mágoa, que "perdoa" mas não quer mais olhar na cara, tudo muito intenso no lado negro da força, mas quando amo...

Quando amo é diferente, sou discreta, sou comedida, sou brisa suave que quase não se sente, não se nota. Posso amar uma pessoa por anos e ela nunca nem desconfiar, tenho essa coisa do amor platônico, da contemplação, da idealização, do não arriscar.

Achava que este era um defeito de fabricação apenas meu, mas tenho conhecido cada vez mais pessoas que também são comedidas no amor e extravagantes nas outras emoções. Recentemente escutei uma analogia sobre meu modo de amar, me falaram que eu amo como alguém que dirige uma Ferrari a 50km/h na estrada, não aproveito a potência do carro com medo de sofrer um acidente, mas isso não impede que venha outro carro em alta velocidade causando um acidente entre nós, acontecendo assim o que vinha evitando. Aí dá perda total e nem descobri como era dirigir de verdade uma Ferrari.

Depois desta análise gratuita sobre meu modo de amar venho tentando alterar meu jeito de dirigir minha vida amorosa (porque dirigir uma Ferrari de verdade vai demorar, até mesmo porque não sei dirigir), tentando subir o velocímetro para uns 80 ou 100km/h, mas já mandei instalar uns air bags.

Wednesday, August 8, 2012

Quando seu Armani fica mais bonito em outra pessoa...


Amo o filme Divã, esta cena aí de cima exemplifica muitos casos da vida real. Quem me lembrou deste trecho do filme foi uma pessoa que gosto muito, gosto não, amo (tenho mania de minimizar/amenizar minhas emoções, estou trabalhando isso, mas é papo para outro post)... Enfim, desde que ela me falou sobre essa cena do filme, toda vez que vejo alguém (até eu mesma) falando sobre como o (a) ex faz coisas com o (a) atual que não fazia com você, me lembro na hora desta cena.

Não, não quero pegar meu Armani de volta... hahahaha, mas é importante entender que ele teve um valor enquanto esteve com a gente e que não é porque o corpo da outra pessoa é mais adequado ao estilo daquela roupa que o seu corpo é desproporcional, inadequado ou feio, talvez só não fosse mesmo seu estilo natural; era seu número, cabia certinho, era confortável e gostoso, mas faltava aquele Q de Gisele Bündchen quando você desfilava pelas ruas.

Quem nunca fez um mimimi qualquer, nem que seja bem suave, quando escutou ou viu alguma coisa de um (a) ex com o (a) atual? Claro que com o tempo vai passando, mas no começo é quase impossível não ficar despeitada com estas coisas, mesmo você já tendo comprado vários vestidos novos que ficam mil vezes mais bonitos em você ou até mesmo quando você já encontrou o vestido encantado que tanto procurava.

Eu encontrei o meu vestido encantado perfeito, feito sob medida pela Stella McCartney (rs), mas mesmo assim tenho coragem de assumir que às vezes olho o meu Armani da coleção passada no corpo de outra passeando por aí e torço sim o nariz.

Claro que não podemos nos esquecer de que também somos o Armani de alguém que ficou melhor em outra pessoa, assim fica mais reconfortante e trabalha a autoestima... rs

A vida amorosa é um grande brechó! 

Wednesday, July 4, 2012

Como acabar com um dia romântico

(trilha sonora do post: Dor de cotovelo (ciúmes), Elza Soares - http://www.youtube.com/watch?v=d25Ok51kwME&list=FLaSjNCV83EZzTn1QOO6UzIg&index=100&feature=plpp_video)

Estava dia destes na praça de alimentação e comecei a prestar atenção em um casal, a menina ficou sentada enquanto o namorado foi fazer o pedido, quando o número dela foi chamado ele levantou pacientemente e foi buscar, até aí estava tudo perfeito, puro romance, até que... o prato chegou e tinha batata palha e não BATATA FRITA!!!! A menina virou um monstro, acusou o rapaz de incompetência, de não ter prestado atenção, porque ela disse que QUERIA COM BATATA FRITA!!!!! O rapaz falou que ia pedir p/ trocar, ela disse que não e comeu aquilo como se estivesse comendo bosta, o dia romântico estava acabado, o rapaz agora parecia ter apenas 50 cm de altura de tão encolhido que ficou na mesa.

Que situação né, a menina podia ter sido mais tranquila, mas não, ela tinha que se apegar em um único erro do rapaz e acabar com aquele dia hiper romântico. Fiquei pensando se já tinha feito isso na minha vida e descobri que sim, já fiz inúmeras vezes...rs, mas teve uma vez que me marcou mais.

Eu sempre me gabei de não ter ciúmes, de ser uma pessoa que deixa os amores fazerem tudo, exatamente tudo que quiserem, mas aí um belo dia eu dei uma crise de ciúmes daquelas de estragar não só o dia, mas uma semana inteira. Fiquei impressionada, como eu, a Srta. Coração de Pedra Pome teve uma crise de ciúmes monumental, daquelas de gritar, chorar, ir embora batendo a porta e descer do carro parecendo que nunca manuseou uma geladeira na vida.

Já estraguei outros momentos e com outras pessoas, mas desta vez foi algo que me chamou atenção, porque se fosse eu presenciando a cena diria para o cara/moça: - Sai dessa porque é totalmente maluca, vai te prender em casa quando casarem.rs

Isso me lembrou um post de uma amiga que depois da separação tinha a impressão de quem ninguém mais conheceria ela tão bem quanto o ex-marido (http://www.coisademae.com/2012/06/ate-que-os-creditos-subam/), comentei no post dizendo que não, que outros viriam e conheceriam mais dela do que ele, porque somos iguais e diferentes com cada pessoa. No dia desta crise de ciúmes percebi isso, que esta Liana, mesmo não sendo um modelo que gosto, só essa pessoa teve o (des)prazer de conhecer.

E vocês, já estragaram um momento perfeito com uma reação desnecessária?

Friday, June 29, 2012

A mulher perfeita

Os anos e as experiências comprovam tudo o que eu aprendi em todo esse tempo de convivência com homens.

Homens são seres muito simples, como já disse antes. Eles pensam simples e são muito objetivos.

Para um homem, a mulher perfeita não é aquela que assiste ao jogo de futebol com ele (isso é uma mulher grudenta). A mulher perfeita é aquela que está alí pra ele sempre que ele precisar e que o deixa ter o espaço dele. Ou seja, uma substituta pra mãe dele, com o plus de ele poder comê-la.

Pra ser a mulher perfeita e, consequentemente, ter aquele cara que você idolatra pro resto da sua vida, tudo o que você tem a fazer é pegar qualquer sentimento de ciúmes, posse e domínio que você tenha, guardar numa caixinha e jogar no lixo. Como a gente não consegue arrancar isso dos nossos cérebros, então, ao menos, tente guardar num lugar bem profundo da sua mentezinha e pronto!

Sem ciúmes e sem querer que o homem seja seu e somente seu, você vai conseguir dar pro cara todo o carinho que ele quer e também deixá-lo livre, leve e solto pra fazer as peripécias de homem dele e voltar pra você depois.

Óbvio que isso vai te render uma úlcera! Nada nessa vida vem de graça. Mas o que você tem que pensar (e se você conseguir se convencer disso, fica tudo deboa) é que o cara te ama e, não importa o que aconteça, ele vai continuar te amando porque você é tudo o que ele sempre quis numa mulher. E, sério, isso pode ser a verdade mesmo, e não só você tentando se convencer de algo confortável. Homens são assim!

Até essa necessidade que a maioria dos homens têm de sair com outras mulheres é uma coisa que não deveria preocupar as namoradas/esposas. É instinto e não significa que o cara deixou de amá-la. Traição é uma situação muito diferente para homens e mulheres e não dá pra entender até abrirmos mão de tudo o que pensamos e raciocinarmos do jeito que um homem raciocina. (mas isso é tema pra outro post)

Tenho plena convicção de que o empecilho para a maioria das mulheres serem perfeitas é o ciúmes. Se treinarem mais o desapego, serão mais felizes, mais seguras e terão homens mais felizes também. Porque o amor.... é um vadio! Não adianta querer aprisioná-lo. ;)

Friday, May 25, 2012

E do outro lado?

Aaaahhhh, mas minha vida não foi sempre do lado arrasado do amor. Já estive no lado que arrasa também. Aliás, essa é uma coisa difícil de equilibrar, talvez até seja impossível!

Quando você é um sofredor nato, pelo menos já sabe o que esperar da sua vida, mas quando tem um gostinho de estar do outro lado, tudo muda!

E não foi muito tarde que isso começou não… Lembram do meu primeiro amor? Enquanto eu me ocupava em permanecer apaixonada por ele, tinha o amiguinho do ônibus que era caidinho por mim e eu nem dava trela.

Na época não pareceu importante. Acho que não tinha idade suficiente pra entender o cenário todo ainda. Mas, anos mais tarde, percebi que isso era uma constante na minha vida e eu sempre fazia igual. Enquanto estava apaixonada pelo traste, o bonzinho estava sofrendo porque eu não dava uma chance.

Mas também, né, gente… quem nunca? Ou o mundo todo é assim ou meu círculo de amigos é composto de um monte de gente igualzinha a mim… Quem é que se interessa pelo bonzinho se o cafajeste é sempre mais atraente?

Eu, pelo menos, só caio nos braços do bonzinho em épocas de TPM, quando estou carente o suficiente para querer ser bem cuidada e ter a certeza de que o mocinho estará sempre alí pra mim. Só que, quando isso acontece, também dá problema (tema pra outro post). Afe! Será que não existe uma fórmula simples pra calcular relacionamentos?

Monday, May 7, 2012

Grandes Esperanças

Não tenho muitas expectativas com este novo projeto... Se conseguir me conhecer um pouco melhor enquanto escrevo já estarei ganhando alguma coisa. (é mais barato que terapia e a Internet tem um montão de gente pra dar opiniões sobre minhas burradas... hahaha)

Claro que o que mais nos tortura na vida é o amor, esse vadio que nos toma de supetão e nos arrasa. Pode ser que ele seja, no final das contas, o nosso maior problema! Minha esperança é que se eu analisar cada relacionamento que tive e o que aprendi com eles, identifique as falhas e tenha idéias de como resolvê-las. Vai que, né? :) No mínimo, vai ser divertido... pra vocês...