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Friday, August 11, 2017

O dia que chorei pela braquiária



Um dia destes estava participando de uma oficina de plantas alimentícias não convencionais e a finalização foi a leitura de um texto sobre a relação com a braquiária, que é o nome bonito do nosso mato de cada dia, aquele que na cidade indica que alguma coisa está abandonada e na roça é considerado uma praga.
Foi feita esta leitura e chorei.

Wednesday, November 25, 2015

Revirando o passado para entender o presente

Desenterrar coisas é bom ou ruim? E até que ponto o egoísmo natural nos impede de ver que estamos errados ou que exageramos uma situação em favor do nosso argumento?

Thursday, November 12, 2015

Eu mesma quebrei o meu miojo

Eu já confessei aqui minha história com o miojo, como a forma de preparo deste veneno é(era) importante para mim. As pessoas que passaram pela minha vida sabem que miojo é sem quebrar, miojo é de galinha caipira ou vegetais, miojo com pouca água, miojo blábláblá.

Com o tempo fui aceitando outros sabores e formas de preparo, surgiu até mesmo o miojo gourmet, mas eu nunca abri(a) mão do miojo INTEIRO(!).

Monday, November 3, 2014

A Liana, seus sentimentos e sua racionalidade...

O VELHO, O MENINO E O BURRO.

Fábula de Esopo

Era uma vez um casal que tinha um filho de dez anos e um burro. Decidiram viajar, trabalhar e conhecer o mundo. Assim, foram os três com seu burro. Ao passar por um povoado, Todos comentaram : “Veja que menino mal educado; em cima do burro e os pobres pais, puxando as rédeas.” Então, a mulher disse a seu marido : Vamos permitir que essa gente fale mal do menino? E o marido resolveu. Tirou o menino e subiu ele no lombo do burro. E no segundo povoado, Todos murmuravam : “Veja que tipo sem vergonha; Vai bem cômodo em cima do burro enquanto a mulher e o filho vão puxando as rédeas”. Então, tomaram a decisão de colocar a mulher no lombo do burro, enquanto pai e filho puxavam as rédeas. Ao passar pelo terceiro povoado, todos comentavam : “Pobre homem. Depois de trabalhar o dia todo, ainda tem que levar a mulher sobre o burro! E, pobre filho que espera dessa mãe!” Entraram então em um acordo e decidiram subir os três no lombo do burro para começar novamente sua peregrinação. Ao chegarem no povoado seguinte, todos comentavam : “São mesmo umas bestas, será que não vêm que podem quebrar a coluna do pobre animal.!” Por último, decidiram descer os três e caminharem junto ao burro. Porém ao passarem pelo povoado seguinte, ouviram todos sorridentes dizerem : “Vejam só estes três idiotas: caminham, quando têm um burro que poderia leva-los” (tem a versão sem a mulher, as fábulas são adaptadas ao decorrer do tempo)

Wednesday, October 22, 2014

Cada coisa tem seu ciclo


Na vida tudo tem um ciclo, às vezes eles se repetem sequencialmente, mas às vezes tem intervalos longos e até mesmo pré-definidos. 

Fico pensando qual a nossa autonomia na hora de decidir vivenciar estes ciclos, qual o poder de decisão temos sobre eles.

Esta semana andei conversando sobre alguns ciclos, uma amiga comentou que tinha descoberto após algum tempo de análise qual era o ciclo "engordativo" dela e que após perceber o padrão que ocorria começou a pensar em como resolver.

Wednesday, February 5, 2014

Me aventurando nos aplicativos

No final de 2013 resolvi me aventurar nos aplicativos de encontro, a Thaís sempre me mostrava tantas coisas divertidas que surgiam por lá, então decidi experimentar durante um mês para ver o que ia sair deste açougue digital de carne humana.

Friday, January 17, 2014

Brincando consigo mesma

Essa semana estou numas de reler coisas que escrevi pra tentar perceber algo mudou ou se aprendi ou evoluí de alguma forma (ou se desevoluí, sei lá...).


Acabou que me distraí com posts que gostei de escrever e perdi um pouco o foco. Fiz até uma lista com os top top, que vou colocar aqui no fim do post pros interessados.

Wednesday, October 2, 2013

Yakubarai


Semana que vem é meu aniversário e falei aqui sobre como o inferno-astral tinha me pegado de jeito, mas na verdade já faz bem uns 3 aniversários que a coisa anda feia, aí como toda viciada em explicações mirabolantes e etéreas fui pesquisar se alguma cultura/coisa no mundo poderia explicar este fenômeno e encontrei algo que fez um pouco de sentido.

Friday, June 28, 2013

Será que eu intimido os caras?

Dia desses tava pensando em algumas coisas que já ouvi de caras desde que comecei a trabalhar. Primeiro na carreira que fiz em Tecnologia da Informação (área predominantemente masculina) e, principalmente agora, em Mecânica (área cheia de mulheres, só que não. hahaha).


Wednesday, December 26, 2012

VA Convida: Balancete amoroso (Belise Mofeoli)

A primeira vez em que eu soube que alguém gostava de mim, se não me engano, eu estava na quinta série e o “Romeu” da vez era o A.. Ele não constava na lista dos caras mais bonitos ou populares da sala, mas era, sem discussão, fofo! No duplo sentido da palavra. Levemente gordinho, e de uma doçura ímpar. E inteligente. Não sei se foi verdade, se ele gostava de mim ou não. Nunca perguntei. (Tímida!) Mas o fato de saber que alguém podia mesmo estar interessado em quem eu era, me fez sentir esquisita... vaidosa. A. não foi meu namoradinho de infância.

Alguns anos depois, em outra escola, todas as meninas da sala suspiravam pelo menino alto de bochechas vermelhíssimas, exceto eu. Pensava que, se era mesmo preciso eleger alguém interessante, por que não aquele que tirava ótimas notas, que tinha nariz imenso, e nome de astro do rock? Não, nunca fui a fim dele. Mas poderia de ter sido. Um adolescente educadíssimo! Raridade já naquela época.

Friday, December 14, 2012

Terapia doméstica

A Liana aprendeu a interpretar sonhos de uma maneira que eu nunca tinha visto antes e a coisa está super interessante aqui em casa desde que começamos a usar essa nova "skill" dela. :)

Agora, sempre que lembro dos meus sonhos, conto pra ela e a gente analisa pra ver o que o meu subconsciente Drama Queen está querendo me dizer.

A última foi bem recente e fiquei impressionada com nossa conclusão (que parece realmente muito precisa) e achei que tinha toda a cara do Vadio Amor, já que ele é minha terapia pública. hahaha

Bom... sonhei que tinha sido assaltada e reagi. Levei um tiro e entrei em coma. A partir daí, conseguia perceber o que acontecia à minha volta mas não conseguia fazer nada a respeito.

Assaltos, para mim, são situações que eu considero como uma invasão de limites sem proporções. Por causa disso, chegamos à conclusão de que eu sonhar que estava sendo assaltada se refere às pessoas que tentam se aproximar de mim mais intimamente (o que eu considero uma invasão dos meus limites). O fato de eu ter reagido demonstraria a minha resistência em permitir que as pessoas se aproximem de mim e o coma se referiria a uma consequência muito negativa neste comportamento.

Parando pra pensar........ sou assim mesmo. Amo meus amigos e me apego muito a eles, mas não permito que saibam demais sobre mim. Aliás, poucos sabem "demais" sobre mim e, mesmo os que sabem, não é tudo, nem com tantos detalhes. Sou do tipo que está sempre sorrindo mesmo que as coisas não estejam bem e não falo sobre minhas coisas pra ninguém (engraçado é perceber, neste exato momento, que escrevo muito mais aqui no blog do que falo com meus amigos).

Acho que todo mundo tem isso de esconder algumas partes de si mesmo dos outros, mas também acho que eu escondo demais. Se tenho essa dificuldade tão grande em compartilhar medos, aflições ou até alegrias e sentimentos com meus amigos (e até mesmo com minha mãe), como posso me envolver num relacionamento com alguém?

A Liana me deu a lição de casa de pensar em como me relaciono com as pessoas, em geral. Pessoas do trabalho, amigos, o pessoal aqui de casa, minha família.... todo mundo. Farei essa análise para tentar me entender um pouco mais. Coisas que não percebo e que posso mudar/melhorar/entender/aperfeiçoar ou seja lá o que for.

Quem sabe é mais um passo para minha realização pessoal, algo que vai me fazer ser melhor comigo mesma e terá, talvez, como consequência, uma melhora no meu relacionamento com as pessoas, abrindo caminho para um amor menos vadio, que pode nem ter a ver com relacionamentos amorosos, mas relacionamentos de forma geral, mais saudáveis para mim e para quem se relaciona comigo. ;)